sexta-feira, setembro 14, 2018

A descoberta das HQs e dos extraordinários Chabouté e Jim Henson


Não sou grande leitor de quadrinhos. Menos ainda de Graphic Novel. Uma contradição para quem aprendeu a ler com gibis, fotonovela e se apaixonou por desenhos a partir da narrativa sequenciada. Não vi nunca um quadrinho acrescentar algo de relevante quando adaptado a partir de uma obra literária, e só recentemente a leitura de MAUS me revelou a ampla possibilidade das HQs/GNs. 

Mas estou atento que essa é uma Arte. E conhecê-la é sim, meu intento. Amei a adaptações como 300, The walking dead, e no passado, Aeon Flux e The Maxx, obras saídas de quadrinhos. Sou instigado desde sempre pelo traço de Moebius e da anarquia genial do traçado de Crumb. Mafalda (mas mafalda é tirinha e acho que é outra categoria, rápida e engenhosa como um estalo de dedos, a força de um microconto). 

Descobri este quadrinista-criador Chabouté num canal de youtuber que não lembro o nome. Achei lindo, fui atrás, e encontrei quase tudo para baixar tanto no formato CBR quanto PDF. Com isso o desejo de ter um tablet. O interesse veio, claro, da sua adaptação de Moby Dick, o que sempre me interessa.


Não consegui ainda ler. Sei que não vou imprimi-lo. No celular é inviável. Então uma hora vou ter que ir a caça de um tablet com uma tela gigante para ter acesso há um cem número de HQ's e GN que andei encontrando na Net. Só pelos exemplos abaixo vemos como esse trabalho é deslumbrante. 




Conto de areia, de Jim Henson me apaixonou pela origem. Era um roteiro de cinema nunca executado como filme pela sua impossibilidade financeira, pela vertigem e não linearidade de sua história que é de viés surrealista. Mas é tão deslumbrante em termos visuais que apaixona na primeira mirada. Consegui também achar. Uma beleza. 




 E é isso que tem me interessado na minhas horas vagas.

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