sexta-feira, agosto 24, 2018

18.08.2018 - Aula na pós-graduação da Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo


Invisibilidades, visões e vislumbres:
Diversidade (e tensões) no Brasil contemporâneo

Área: Literatura e Estudos Culturais
Conhecimentos relacionados: Artes, História, Sociologia, Direito

Objetivo Geral

Proporcionar aos participantes a elaboração de novas reflexões, discursos e práticas sobre a representação da diversidade sociocultural e econômica do Brasil contemporâneo nas artes narrativas: literatura, canção popular e rap.

Objetivos Específicos

Potencializar leituras críticas sobre a representação da periferia
Promover visibilidade às diferentes expressões artísticas produzidas sobre e pelos excluídos dos grandes meios de comunicação
Colaborar para a garantia e promoção dos direitos humanos no tocante à diversidade sociocultural brasileira e o direito à literatura.

Metodologia e Recursos
(X) Aula expositiva, (X) material de leitura, (X) leitura analítico-descritiva de textos, (X) recursos audiovisuais.

Conteúdo Programático

Panorâma geral sobre autores que tiveram por tema marginais e marginalizados na literatura brasileira:

1) A canção popular como espaço para “pensar” o Brasil, seu povo e sua cultura:
Pra que discutir com madame”, “Aquarela do Brasil”, “Brasil pandeiro”, ; “Querelas do Brasil”, “Black or White” e “Americanos”, “A mão da limpeza”. Leitura de “O medo”, de Carlos Drummond de Andrade. “Subúrbio” e “Caravelas”, “Haiti”, de Caetano Veloso.


3) Visões da música: o audiovisual/clipe como propagadora de mensagens (burlando a segregação, construindo um espaço de expressão e alcançando a projeção midiática).
Black or white”, de Michael Jackson, “This is America”, de Childish Gambino, “Então vai”, de Pabllo Vittar e “Vai, malandra”, de Anitta, “Flutua”, Liniker e Jonnhy Hooker, “Não recomendado à sociedade” e “Maria da Vila Matilde”, de Elza Soares.

4) Literatura e diversidade: migrantes, retirantes
Aqueles dois”, de Caio Fernando Abreu; “Gringuinho”, de Samuel Rawet; “E sombra”, “O amigo do rei”, “O futuro que me espera”, “O futuro que me espera”, de Marcelino Freire.

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