sábado, agosto 12, 2017

Valerian, de Luc Besson


Pense num filme ruim. Valerian é o filme. Muito efeito, muita pirotecnia, um casal que não convence romanticamente, uma missão que não empolga, não desenrola, clichês a cada cinco minutos, muita corrida, explosões, vilão megacaricato e sem poder, aquele humor ogro de tolo típico de Luc, tanto CG que o filme parece uma animação (pior, ruim). É diluição de tanta coisa que resulta em puro vazio. Esquecível na hora que se bota o pé para fora da sala de cinema. Vi com Mauro na Paulista, esse micão novo de Luc Besson. 


Século XXVIII. Valérian (Dane DeHaan) é um agente viajante do tempo e do espaço que luta ao lado da parceira Laureline (Cara Delevingne), por quem é apaixonado, em defesa da Terra e seus planetas aliados, continuamente atacados por bandidos intergaláticos. Quando chegam no planeta Alpha, eles precisarão acabar com uma operação comandada por grandes forças que deseja destruir os sonhos e as vidas dos dezessete milhões de habitantes do planeta.

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