sexta-feira, agosto 11, 2017

A vingança está na moda, de Jocelyn Moorhouse



A sinopse do filme diz o seguinte: "Na década de 1950, na Austrália, a talentosa costureira Tilly regressa à sua cidade natal para tentar se reconciliar com a mãe e se vingar de algumas pessoas do seu passado. Mas uma paixão inesperada cruza o seu caminho." Não bate com o enredo tolo, imbecil. Expulsa da cidade quando criança por ter "assassinado" um garoto com uma pedra na cabeça, Tilly volta para cuidar da mãe que está nas últimas e descobrir se matou o não o tal garoto, já que não se lembra de nada (?????) do fato. Neste ínterim trabalha como costureira/estilista embelezando as pessoas na cidade que a odeia. Tem um envolvimento amoroso com um rapaz do time de futebol que é todo perfeição, mas esse morre ao se jogar dentro de um silo para provar que ela não está amaldiçoada para o amor. Tilly segue agindo como um capacho da cidade mesmo quando descobre que o garoto imbecil, morreu batendo a cabeça num muro. Quando a mãe morre ela prepara uma vingança sem sentido (fazer figurino para uma peça), encedeia a casa e por tabela toda a cidade (que só tem literalmente meia duzia de casas).

A única coisa que presta no filme são os figurino. A gente se pergunta o que Kate Winslet está fazendo num melodrama tão imbecil, fazendo papel de mocinha frágil tendo como par romântico um ator de vinte poucos anos. A trama inverossímel, a condução arrastada, os personagens excêntricos e repulsivos (até os bonzinhos) faz a gente pensar em como se gasta grana, atores e nós, espectadores, num filme tão absolutamente ruim. 

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