terça-feira, abril 04, 2017

The discovery, da Netflix


No mesmo dia que foi lançado, sentei e assisti. Mal sabia a premissa. Mas tendo a ver com ficção científica, já atrai meu interesse. A trama é a seguinte: após comprovar cientificamente a existência de vida depois da morte, um cientista (Robert Redford) vê sua descoberta liberar um verdadeiro caos em meio a população, causando uma onda de suicídios. Em meio a este turbilhão, o filho do cientista se apaixona por uma mulher que tem um passado marcado por eventos trágicos.

Não acredito na premissa, não creio que milhares de pessoas se suicidariam por que foi descoberta a existência de vida após a morte, mas o foco do filme será em descobrir para onde vão essas almas. O cientis constrói numa ilha isolada uma casa em que os participantes parecem pertencer a um culto religioso. Examinando cadáveres, o cientista consegue projetar numa tela imagens do pós-vida. Tudo parecia muito ruim e que terminariam no superficial, mas eles conseguem um desfecho com solução surpreendentemente original e de sentido profundo e transcendente. Um caso raro de um filme que começa fraco e termina em tom elevado. 

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