terça-feira, abril 04, 2017

Collateral Beauty ou Beleza oculta


Após uma tragédia pessoal, a morte precoce da filha por câncer, Howard (Will Smith) entra em depressão e passa a escrever cartas para a Morte, o Tempo e o Amor - algo que preocupa seus amigos e sócios numa empresa de tecnologia. Interessados em vender a empresa para um grande grupo por um valor milionário, resolvem adotar uma estratégia radical (e idiota) para trazerem o Howard - sócio majoritário da empresa, à realidade), contratam três atores para representarem as três abstrações a quem o cara escreve. No final, os "tais atores" são de fato as três partes do universo que decidiram responder ao sujeito. Morte (Helen Mirren), Tempo (Jacob Latimore) e Amor (Keira Knightley) vão tentar ensinar o valor da vida para o protagonista.

Will Smith errando rude de novo. Pense num melodrama de terceira categoria e que trata o espectador como imbecil. Beleza oculta é a materialização da autoajuda mais rasteira. Está aí. Um filme tão ridículo, que você se pergunta como bons atores se prestam a tal ridículo. 

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