segunda-feira, abril 24, 2017

Chocolat, de Roschdy Zem


Rafael Padilha nasceu em Cuba em 1868 e foi vendido quando ainda era criança. Anos depois ele consegue fugir e é encontrado nas docas por um palhaço que o coloca nas suas apresentações. Em seguida, Padilha passa a ser conhecido como Chocolate, tornando-se o primeiro artista circense negro na França, um grande sucesso no final do século XIX.


Visualmente belo e grandioso, mas Chocolat é um personagem absolutamente insuportável, irresponsável, temperamental, viciado no jogo e alcóolatra. Difícil aderir empaticamente a ele. Então, para mim, apesar de reconstituir a vida do artista de circo, mambembe e a relação tensa com a sociedade branca, o filme não me satisfez nem do nível intelectual o emocional. 

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