terça-feira, dezembro 26, 2017

ME CHAME PELO SEU NOME (2017)




Direção: Luca Guadagnino
Gênero: Drama/Romance
Ano de Lançamento: 2017
Duração: 132 min
País: Itália/França/Brasil/EUA

Sinopse: É verão de 1983 no Norte da Itália, e Elio Perlman (Timothée Chalamet), um garoto ítalo-americano de 17 anos, passa seus dias na casa de campo de sua família, datada do século 17, preguiçosamente transcrevendo música e flertando com sua amiga Marzia. Um dia, Oliver (Armie Hammer), um charmoso pesquisador americano de 24 anos, que está fazendo doutorado, chega na cidade para trabalhar como estagiário de verão encarregado de ajudar o pai de Elio (Michael Stuhlbarg), um renomado professor especializado em cultura greco-romana. Em meio ao esplendor ensolarado desse cenário, Elio e Oliver descobrem a beleza inebriante do desejo despertado ao longo de um verão que mudará suas vidas para sempre.

sábado, dezembro 23, 2017

Dancer, de Steven Cantor (2016) - documentário sobre o bailarino Sergei Polunin,


Cinedocumentário do bailarino ucraniano Sergei Polunin, que aos 21 anos já era o bailarinho do Royal Ballett Britânico. Boemio, tatuado, consumidor de cocaina, abandonou o posto para se arriscar num reallity de balé na tv na Russia, onde passou a integrar o Bolsoi. Um bailarino que não suporta mais dançar, pelo esforço, pelo tédio, pela dor e não sentido. O documentário vai da infância a consagração e desencanto, pontuando principalmente sua relação com a família, e como o distanciamento e a ruptura desta terminou por leva-lo ao desencanto em relação ao próprio ato de dançar. Emocional, belo, melancólico. Um documentário de grande beleza. 





quarta-feira, dezembro 20, 2017

Eu e Luks brincando no Messenger.


Fada azul conta um segredo a Pinocchio


Mitologia Brasileira


Faltou a meritocracia e a democracia racial.

Vai Malandra, de Anitta, Mc Zaac, Maejor ft. Tropkillaz & DJ Yuri Martins


Acho safado, portanto, gosto. O Brasil da pós verdade, hipócrita e evangelicamente hipócrita (com seus pastores-políticos que além dos fieis querem espoliar o dinheiro da nação e impôr regras morais que eles próprios não cumprem) precisam ser combatidos com a explicitação da sexualidade não represável. O Brasil falsamente conservador - que dançou lambada, desceu na boca da garrafa e catou sabonete na banheira do Gugu com Tiazinha e Feiticeira, - precisa que seja esfregado na cara os pobres e favelados que odeia, os pretos, a perifa, a mulher fora das medidas, o funk. Esse Brasil mentiroso da era Temer, da Globo mentirosa, esse Brasil precisa surtar, mostrar tudo aquilo que acha vergonhoso e indigno. 

Sempre achei Anitta interessante mas banal. Mas, embora o foco da moça seja o sucesso e a grana com penetração no mercado internacional, ela vem com uma bandeira comportamental que arrebenta tudo que esse país deseja ocultar, escamotear, encobrir. Nessas plaglas, a revolução só pode vir a partir do comportamento. Louvo de pé.

Tratado da Argumentação - A nova retórica, de Chaim Perlman e Lucie Olbrechts-Tyteca




Comprei na Amazon - junto com o Argumentação, de Fiorin - este Tratado da Argumentação - A nova retórica, de Chaim Perlman e Lucie Olbrechts-Tyteca, que é o livro de referência da área. Como não consegui achar uma versão eletrônica achei que era importante ter esse calhamaço de 653 páginas sobre o assunto. Folheei e me parece bastante aprofundado, mas também muito técnico. Vamos ver. 

Argumentação, de José Luiz Fiorin


Comprei na Amazon, para trabalhar no curso que darei na Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo. Folheei e me surpreendi com o tanto que é politizado, trabalhando com textos da Veja e da Folha de São Paulo sempre com exemplos sobre o governo Lula e Dilma. O que vem a provar que não há isenção nem mesmo em livros de teor acadêmico.

American Masters - Série de documentários sobre personalidades americanas





Baixei alguns, tudo me parece bem interessante.

Flatliners ou Linha mortal, o remake


Quando vi num cinema o trailer do remake de Linha Mortal, fiquei me perguntando: papa quê? O filme original dirigido pelo Joel Schumacher (com uma Julia Roberts ainda não super star) era bem legal, mas nada brilhante, tinha a vantagem de contar com atores badalados como Kiefer Sutherland e Kevin Bacon. Este com Ellen Page é anêmico e desinteressante. Retoma a mesma ideia de que ao voltar dos mortos os pecados seguem os cientistas, mas no plano da alucinação, exigindo que eles se reconciliem com seus "fantasmas". A diferença é que este é insuportavelmente chato, com personagens desinteressantes. Uma perda de tempo. 





Franca: Caos e Criação, dirigido por Francesco Carrozzini


Franca: caos e criação. Assisti na Netflix, por indicação de Susana Ventura. A motivação foi o documentário de Paula Rego. Este aqui também tendo por foco uma mulher, Franca  Sozzani - lendária editora da revista Vogue Itália - também dirigido pelo filho. Mas a diferença é gritante na abordagem, todas as partes polêmicas são escamoteadas, e o documentário focado na biografia de Franca, com entrevista que o próprio filho faz diretamente à mãe, normalmente fora do quadro, dirigindo-a muitas vezes para o que deve e como deve falar, para vê-la se rebelar à sua "direção", revela muito da personalidade de Franca. É contudo mais elogioso, ainda que mostre determinadas contradições, entre a Franca absolutamente libertária, independente, poderosa, e uma mulher católica, de certo modo orgulhosa de si e do reconhecimento que teve dentro do mundo da moda.



O estopim para o filme (ele diz isso na abertura do filme, em off) foi a morte do pai, com o qual ele nunca dialogou sobre sua história, desejando fazer o mesmo com a mãe. O filme foca a indústria da moda, as grandes personalidades, entrevista estilistas, grandes fotógrafos descobertos por Franca, as top models (um conceito que ela própria inventou com Versacci), toda a inovação estética no mercado editorial de revistas de modas, o modo como ela passou a espelhar a realidade, polemizando ensaio artísticos com tragédias e questões polêmicas, tanto para se promover como para possivel crítica ou reportar questões da modernidade. No filme, o filho permeia de questões muito humanas endereçada a mãe, quase sempre com ar blazé e revelando certa futilidade burguesa, - sobre Sucesso, Saudade, Família, Amor, Envelhecer, Sentido da Existência, Amizade, Fé. No desfecho, revela-se que o filme é um tributo póstumo à Franca, que adoce e morre pouco antes do término do documentário. 

Paula REgo - História & segredos, documentário de Nick Willing


Susana veio de Portugal e trouxe o documentário sobre a pintora portuguesa Paula Rego - História & Segredos, dirigido pelo seu filho Nick Willing. Paula Rego não é apenas uma pintora extraordinária, sua vida sui generis resultou numa arte que é expressão do inconsciente, mas ao mesmo tempo política, questionadora da realidade, pertubadora. A inteligência de Nick está em dirigir/editar engenhosamente a trajetória de sua mãe e de seu pai sem pudor, sem escamotear as tensões e contradições, mostrando o comportamento nada convencional de seus pais em todos os níveis.









segunda-feira, dezembro 11, 2017

ESCREVER DIREITO

Gostei imenso deste blog ESCREVER DIREITO

Conselhos de Polônio a Laertes

Conselhos de Polônio para o filho Laertes em Hamlet de Shakespeare (Hamlet cena III ato I):

1) Não expressar tudo o que se pensa.

2) Ouvir a todos, mas falar com poucos.

3) Ser amistoso, mas nunca ser vulgar.

4) Valorizar amigos testados, mas não oferecer amizade a cada um que aparecer a sua frente.

5) Evitar qualquer briga, mas se for obrigado a entrar numa, que seus inimigos o temam.

6) Usar roupas de acordo com sua renda, sem nunca ser extravagante.

7) Não emprestar dinheiro a amigos, para não perder amigos e dinheiro.

8) Ser fiel a ti mesmo, e jamais serás falso com ninguém.




Segue tradução do Millôr Fernandes :

"LAERTES: Não se preocupe comigo.
Mas já me demorei muito. E aí vem meu pai, (Entra Polônio.)
Uma dupla bênção é uma dupla graça.
Feliz por despedir-me duas vezes.

POLÔNIO: Ainda aqui, Laertes! Já devia estar no navio, que diabo!
O vento já sopra na proa de teu barco;
Só esperam por ti. Vai, com a minha bênção, vai!
(Põe a mão na cabeça de Laertes.)
E trata de guardar estes poucos preceitos:
Não dá voz ao que pensares, nem transforma em ação um pensamento tolo.
Sejas amistoso, sim, jamais vulgar.
Os amigos que tenhas, já postos à prova,
Prende-os na tua alma com grampos de aço;
Mas não caleja a mão festejando qualquer galinho implume
Mal saído do ovo.
Procura não entrar em nenhuma briga;
Mas, entrando, encurrala o medo no inimigo,
Presta ouvido a muitos, tua voz a poucos.
Acolhe a opinião de todos – mas você decide.
Usa roupas tão caras quanto tua bolsa permitir,
Mas nada de extravagâncias – ricas, mas não pomposas.
O hábito revela o homem,
E, na França, as pessoas de poder ou posição
Se mostram distintas e generosas pelas roupas que vestem.
Não empreste nem peça emprestado:
Quem empresta perde o amigo e o dinheiro;
Quem pede emprestado já perdeu o controle de sua economia.
E, sobretudo, isto: sê fiel a ti mesmo.
Jamais serás falso pra ninguém
Adeus. Que minha bênção faça estes conselhos frutificarem em ti.

LAERTES: Com toda a humildade, eu me despeço, pai.

POLÔNIO: Vai – que o tempo foge. Teus criados esperam."

O crânio de Yorick


O crânio de Yorick, me inspirando até os ossos.

MICROCONTO

OVELHA NEGRA ou MÁ-FÉ


O pastor é o meu senhor,
e nada lhe faltará.



















.

Sermão da sexagésima, de Padre Antônio Vieira

Pe. Antônio Vieira ensina como se faz um texto dissertativo

O sermão há de ter um só assunto e uma só matéria. Por isso Cristo disse que o lavrador do Evangelho não semeara muitos gêneros de sementes, senão uma só: Exíit. quí semínat, semínae sêmen (11)i. Semeou uma só semente, e não muitas. Se o lavrador semeara primeiro trigo, e sobre o trigo semeara centeio, e sobre o centeio semeara milho grosso e miúdo, e sobre o milho semeara cevada, que havia de nascer? Uma mata brava, uma confusão verde. Quem semeia misturas, mal pode colher trigo. Se uma nau fizesse um bordo para o norte, outro para o sul, outro para leste, outro para oeste, como poderia ser a viagem? Por isso nos púlpitos se trabalha tanto e se navega tão pouco. Um assunto vai para um vento, outro assunto vai para outro vento, que se há de colher senão vento? O Batista convertia muitos em Judéia, mas quantas matérias tomava? Uma só matéria: Parate viam Domini12 a preparação para o remo de Cristo. Jonas converteu os ninivitas, mas quantos assuntos tomou? Um só assunto: Adhuc quadraginta dies, ei Ninive subvertetur13: a subversão da cidade. De maneira que Jonas em quarenta dias pregou um só assunto, e nós queremos pregar quarenta assuntos em uma hora? Por isso não pregamos nenhum. O sermão há de ser de uma só cor, há de ter um só objeto, um só assunto, uma só matéria.

Há de tomar o pregador uma só matéria, há de defini-la para que se conheça, há de dividi-la para que se distinga, há de prová-la com a Escritura, há de declará-la com a razão, há de confirmá-la com o exemplo, há de amplificá-la com as causas, com os efeitos, com as circunstâncias, com as conveniências que se hão de seguir, com os inconvenientes que se devem evitar, há de responder às dúvidas, há de satisfazer às dificuldades, há de impugnar e refutar com toda a força da eloqüência os argumentos contrários, e depois disto há de colher, há de apertar, há de concluir, há de persuadir, há de acabar. Isto é sermão, isto é pregar, e o que não é isto, é falar de mais alto. Não nego nem quero dizer que o sermão não haja de ter variedade de discursos, mas esses hão de nascer todos da mesma matéria, e continuar e acabar nela. Quereis ver tudo isto com os olhos?

Ora vede. Uma árvore tem raízes, tem troncos, tem ramos, tem folhas, tem varas, tem flores, tem frutos. Assim, há de ser o sermão: há de ter raízes fortes e sólidas, porque há de ser fundado no Evangelho; há de ter um tronco, porque há de ter um só assunto e tratar uma só matéria. Deste tronco hão de nascer diversos ramos, que são diversos discursos, mas nascidos da mesma matéria, e continuados nela. Estes ramos não hão de ser secos, senão cobertos de folhas, porque os discursos hão de ser vestidos e ornados de palavras. Há de ter esta árvore varas, que são a repreensão dos vícios, há de ter flores, que são as sentenças, e por remate de tudo há de ter frutos; que é o fruto o fim a que se há de ordenar o sermão. De maneira que há de haver frutos, há de haver flores, há de haver varas; há de haver folhas, há de haver ramos, mas tudo nascido e fundado em um só tronco, que é uma só matéria. Se tudo são troncos, não é sermão, é madeira. Se tudo são ramos, não é sermão, são maravalhas. Se tudo são folhas, não é sermão, são vérças. Se tudo são varas, não é sermão, é feixe. Se tudo são flores não é sermão, é ramalhete. Serem tudo frutos não pode ser; porque não há frutos sem árvores. Assim que nesta árvore, a que podemos chamar árvore da vida, há de haver o proveitoso do fruto, o formoso das flores, o rigoroso das varas, o vestido das folhas, o estendido dos ramos, mas tudo isto nascido e formado de um só tronco, e esse não levantado no ar, senão fundado nas raízes do Evangelho: Seminare semen.


Embora se trate de apenas um fragmento do Sermão da Sexagésima, observa-se uma perfeita unidade entre os três parágrafos, caracterizando-os como um texto dissertativo constituído das três partes que estruturam essa modalidade de redação: introdução, desenvolvimento e conclusão. Cada parágrafo, por sua vez, apresenta-se como um parágrafo¬padrão (constituído das mesmas partes), configurando-se, pois, como uma unidade de sentido.

11. Saiu quem semeia a semear a semente.

12. Preparar o caminho do Senhor.

13. Daqui a quarenta dias Ninive será destruída.

Lição sobre a água e As coisas

Este líquido é água.
Quando pura
é inodora, insípida e incolor.
Reduzida a vapor,
sob tensão e a alta temperatura,
move os êmbolos das máquinas que, por isso,
se denominam máquinas de vapor.

É um bom dissolvente.
Embora com excepções mas de um modo geral,
dissolve tudo bem, bases e sais.
Congela a zero graus centesimais
e ferve a 100, quando à pressão normal.

Foi neste líquido que numa noite cálida de Verão,
sob um luar gomoso e branco de camélia,
apareceu a boiar o cadáver de Ofélia
com um nenúfar na mão.

Antônio Gedeão



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AS COISAS
As coisas têm peso,
massa, volume, tamanho,
tempo, forma, cor,
posição, textura, duração,
densidade, cheiro, valor,
consistência, profundidade, contorno, temperatura,
função, aparência, preço,
destino, idade, sentido.

As coisas não têm paz.

Arnaldo Antunes

[Acho que estes dois poemas ganham mais sentido junto, com esse olhar objetivo que no desfecho deslinda para o poético]

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sexta-feira, dezembro 08, 2017

Reflexão a partir de uma entrevista de Pedro Cardoso para Lázaro Ramos, no Youtube

Nada me impressiona mais do que o comentário dos "ignorantes". Eles devem ser semi-analfabetos (e são orgulhosos disso). O discurso dele é praticamente didático, mas como a maior parte não tem base cultural e não conhece as referências dele, é preciso desqualificá-lo, dizem que ele "faz discurso vazio", que "fumou", que está "viajando", que é "de esquerda" e menos inteligente por que critica o Capitalismo. Fico com pena do baixo nível intelectual dos que julgam um artista o mero recitador de falas (talvez, por que no fundo essa gente tenha tanta dificuldade de pensar, que o que faz é justamente isto: replicar o que ouviu sem associá-lo com a realidade histórica e/ou objetiva). Como a capacidade discursiva/argumentativa é débil, "saem" pela ironia, pelo humor baixo, pois - como se sentem inferiores, - precisam desqualificar o discurso do outro para se sentirem melhores consigo mesmos. Tratam a inteligência como algo menor e se orgulham da própria mediocridade. O Brasil que temos hoje (com a incapacidade de eleger representantes, voto nos falaciosos de discurso fácil e demonização Educação/Universidade, Cultura e seus representantes) é resultado direto desta incapacidade de pensar.

quinta-feira, dezembro 07, 2017

Daniel Augusto escreveu lindamente sobre um professor


Quando estava no cursinho, cheio de dúvidas se deveria ser professor ou não, decisão ingrata nessa realidade que vivemos, tive o prazer de ter aula com o professor Júlio, que ministrava literatura de uma maneira inacreditavelmente didática. Esse professor me fez ter certeza que eu queria começar minha vida adulta em cima do tablado. Bom...Quase isso... lá no fundo eu já sabia que queria dar aula. Mas foi o professor Júlio que me fez "sair do armário", que me fez ter certeza que eu ia fazer isso muitas e muitas vezes, que me fez apaixonar pela profissão.

Nunca o conheci, nunca troquei mais do que um "boa noite" ou na entrada ou na saída do cursinho, nunca fui seu amigo. Mas a força que as aulas dele me deram para encarar o vestibular, e mais que isso, encarar a vida é algo que talvez eu nunca terei capacidade de mensurar. Ele fez tudo isso apenas com suas aulas, com seu jeito de ensinar, com sua mensagem. Aí está a mágica de lecionar, essa conexão que se cria entre professores e alunos, essa ligação que transforma vidas, essa sinergia.

Júlio se foi logo após eu saber que tinha passado no vestibular. Fiz parte da última turma a ter o privilégio de te-lo como professor. Foi um baque para todos que o conheciam, e claro, isso também mexeu comigo. No mesmo ano de sua morte, estava iniciando a faculdade e tiver a oportunidade de pisar no tablado a primeira vez. Ao final da aula repeti o mesmo bordão de despedida que ele sempre falava ao final de suas aulas "Uma semana cheia de estudos, alegrias, felicidades e prazeres carnais".

Desde então repito esse bordão como um mantra que me faz lembrar do porquê eu comecei essa jornada e me faz sentir um pouco mais perto de meu mestre. Me faz também nunca esquecer de onde eu vim e quantas dificuldades foram superadas para chegar onde queria chegar.

Todo mundo tem aquele professor na vida. Você sabe do que estou falando. Na escola, no cursinho ou na faculdade. Pode ser em casa, seu pai ou sua tia. Ser professor não é questão de títulos ou conhecimento, para mim, ser professor é ter a capacidade de inspirar.

Hoje eu quero homenagear o professor Júlio Marcondes. Especialista em ser humano.

[Daniel publicou no Facebook e eu repliquei aqui, sem autorização, por que achei lindo]

Jogos indies - amo



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DANDARA, um jogo brasileiro, feminista, sobre uma heroína negra e repleto de elementos dos Orixas e da cultura brasileira. Jogabilidade inovadora. Coisa de genio.


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