sábado, dezembro 31, 2016

2017

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sexta-feira, dezembro 30, 2016

Votos para uma amiga facebookiana.


















Não fique cansada desta ferramenta, seus posts fazem com que eu - e provavelmente muitas outras pessoas que perseveram num combate aparentemente inócuo contra os Perversos, - saibamos que não estamos sozinhos. E por reconhecermos nossos pares nesta luta difícil entre ignorâncias atrozes, insensatez e rancores gerais é fundamental sabermos que há outros também pulsando em busca de uma vida menos ordinária, mais justa e cheia de belezas. Eu saúdo a alegria. Enterremos este 2016 com todas traições, mortes e delitos para que 2017 seja um arrasador ano de resistência, exaltação da vida e construção. bjs.

Titio Nohell


O que me encanta


Um presente para Vittorino



Vi, na floresta do bicho preguiça.

Uma foto surrealista, o elefante


Ralando para desviver


Opinião não é argumento , por Walter Carnielli

"Claro que todos têm o direito de manter sua opinião, mas opinião não é argumento. A democracia também é feita de opiniões - ninguém precisa argumentar para votar no candidato que preferir, basta manifestar sua opinião nas urnas. Mas quando o candidato quer nos convencer, ou quando queremos convencer os outros sobre nossa posição política, nossa crenças não bastam."


"Crenças não são argumentos, embora possam influir neles. Os mecanismos para formar opiniões podem não ser racionais, mas até nesse ponto a investigação lógica é essencial."


Sobre argumentação e falácia, mais AQUI.

quinta-feira, dezembro 29, 2016

The OA, da Netfilx


The OA. de  Brit Marling e Zal Batmanglij




Ia escrever sobre The OA, mas é desnecessário, o que melhor pode se saber da série além de assisti-la, está AQUI, escrita por Matheus Pereira. 

"The OA se divide em dois grandes espaços e tempos: o primeiro é o presente e vemos Prairie (ou OA) aparecer depois de quase uma década desaparecida. Ela está de volta à cidade onde cresceu e começa a conversar com um grupo de pessoas. Eles passam a se encontrar durante a noite em uma casa abandonada e é lá, sob a luz de um lampião, que OA conta sua história. Daí pulamos para o passado e conhecemos a jovem, antes cega, que sumira. Vemos como ela desaparece, para onde vai e o que faz durante esse período. A série, então, se debruça nesses núcleos e divide seu tempo entre o grupo de personagens do passado e o grupo de presente. O problema é que os roteiristas, aqui e ali, não conseguem administrar as duas coisas. Se perto do fim as idas e vindas ficam mais orgânicas, no início e na metade as coisas parecem confusas e perdidas. Em um momento, fica claro que o interesse do roteiro repousa sobre os personagens do passado, que dividem os segredos com OA. Com isso, os interessantes personagens do presente ficam em segundo plano." (Trecho)



Blog de legendas

Aqui

























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quarta-feira, dezembro 28, 2016

sexta-feira, dezembro 23, 2016

L'avenir, de Mia Hansen-Løve



O que está por vir. Em cartaz no Belas Artes. Baixei e assisti em casa. Nathalie (Isabelle Huppert) é professora de filosofia, tem dois filhos que pouco vê e um marido também docente, seu companheiro há 25 anos. Entre trocas de ideias com o pupilo anarquista, ligações insistentes da mãe solitária e piquetes de alunos, ela leva uma vida tranquila. Mas tudo está para mudar.  Interna a mãe numa clínica e esta morre, adota a gata Pandora, o marido a deixa para ficar com a amante mais jovem, perde o cargo de editora de coleção de livros, termina por desentender-se com o seu aluno predileto quando vai passar uns dias em sua casa-comunidade. 

Trata dos nossos tempos, do desencanto da política, das incertezas com o futuro, da contradição do que se ensina/das ideologias e a vida pequeno burguesa que se vive, do descrédito com a experiência, do revivel das utopias agora adaptadas ao próprio sistema.  Sem nostalgia e sem futuro, o vazio e o desencanto. E vive-se.

Beyond, curta metragem de ficção cientifica e viagem no tempo



Gabriel me apresentou este curta de ficção científica com viagem no tempo e dirigido por um brasileiro que vive nos EUA. Muito bacana. João Pena, de Poá. Zona Leste.

Westworld - A série


 Por causa de uma entrevista do Rodrigo Santoro no Jô Soares soube da existencia desta série da HBO com título Westworld. Remake em forma de série de ficção científica criada por Michael Crichton. Odeio faroestes, por isso tinha passado batido. O que Westword é de fato um alfavile situado num deserto que se chega por uma ferrovia. Este universo artificialmente construído é habitado por androides que não tem consciência de que vivem uma simulação do velho oeste americano. Produzidos com memórias implantadas, suas "vidas" correspondem às múltiplas narrativas executadas para os visitantes entediados com o mundo real. Em Westworld a violência desenfreada, orgias, estupros e traições, tudo é permitido. Tudo seguiria nesta rotina de parque temático se não começassem pequenos panes dos hosts/anfitriões fazendo com que recordassem existências/narrativas anteriores até a consciência crescente de que o que vivem não é real, até alcançarem a consciência de si. Westworld é interessante, mas a trama que se desenvolve cansa pela repetição. Há muitas ideias ali tiradas de Blade Runner, e Eu, robô, de Isaak Asimov e o filme Ex-machina. Mas, a série entra mesmo na linha dos filmes que tratam da ideia de imersão num universo paralelo onde se pode viver uma outra existência e revivê-la continuamente.




segunda-feira, dezembro 19, 2016

Esta criança, de Joel Pommerat



Renata Sorrah andava em busca de um novo texto. Mas não só. Já se tornou um costume para a atriz apresentar autores ao País. Trouxe Um Dia no Verão, quando o aclamado norueguês Jon Fosse ainda era desconhecido por aqui. Também estava na primeira montagem de um texto de Fassbinder entre nós. Com Esta Criança, ela repete, de certa forma, esse expediente: trata-se da estreia do francês Joël Pommerat em palcos brasileiros. A diferença neste caso é que o texto, por melhor que seja, não está em primeiro plano. "O que me interessava, sobretudo, era me aproximar deles." Eles são a Companhia Brasileira de Teatro, grupo com sede em Curitiba que, gradativamente, se firma como o mais importante da cena atual.

Antes de chegar ao Sesc Vila Mariana, Esta Criança foi vista no Rio. Lá, venceu em quatro das cinco categorias do Prêmio Shell a que estava indicada, entre elas melhor atriz para Renata Sorrah e melhor diretor para Marcio Abreu. No ano passado, a Cia. Brasileira também arrematou os prêmios Bravo! e APCA de melhor espetáculo para Isso Te Interessa? As premiações servem para confirmar uma trajetória ascendente. Mesmo fora do eixo Rio- São Paulo, esse conjunto de artistas criado em 1999 foi capaz de demarcar seu espaço. Após uma série de bons espetáculos, alcançaram projeção inegável com Vida (2010). E foi precisamente nesse momento que despertaram a atenção de Renata. "Eu me lembro de ter ficado encantada quando assisti à peça. Tudo ali me instigava, o texto, os atores, a presença que eles tinham no palco."

Presença é palavra determinante para quem quiser entender o que torna esse teatro tão especial. Em cada uma de suas criações, a Companhia Brasileira de Teatro exibe um estilo de interpretação peculiar, que não se relaciona propriamente com a ideia de representar um personagem, mas com determinada maneira de estar no palco. Algum território de sensibilidade e simplicidade. Um processo em que os atores não devem apagar sua individualidade para dar lugar a um outro. Ao contrário. Todo esforço é para que "sejam eles mesmos". "É uma tentativa de me colocar ali como pessoa, não só como atriz", considera Renata. "Eu tenho opinião, uma história, algo que o Marcio percebe e convoca. Sei reconhecer o melhor que eu, da maneira como sou, posso dar."

No caso de Esta Criança esse exercício de "estar presente" ganha um grau de dificuldade extra. Isso porque todo o material com o qual a peça está lidando é essencialmente dramático: em dez episódios, o autor disseca infelicidades familiares. Nascimentos, brigas, mágoas e mortes envolvendo mães, pais e filhos. Sem assumir o lugar de protagonista, Renata Sorrah reveza-se com Giovana Soar, Ranieri Gonzalez e Edson Rocha para dar corpo a diferentes personagens e tramas. Há a mulher grávida que tem a esperança de que o bebê prestes a nascer a redima de todas as faltas. O pai que não pode mais trabalhar e é agredido e humilhado pelo filho adolescente. A mãe que precisa ir ao necrotério para reconhecer um corpo que pode ser o do seu filho.

Diante dessas histórias, como não resvalar no dramalhão? Ou em uma leitura psicológica dessas questões? "É uma gangorra constante", define o diretor. "Em que entramos e saímos do drama. A busca por uma precisão que tem a ver com presença: como manifestar essa presença em frequências diferentes, mas sempre muito próximas umas das outras. Um território sempre instável."
Instabilidade que também está na essência da arte de Joël Pommerat. "Nada é mais bonito do que o equilíbrio precário", define o dramaturgo, um dos mais aclamados autores teatrais de língua francesa. "Gosto que minhas histórias sejam improváveis, tortas, que não tenham lógica, como dizem, que sejam mancas."

Na vida, nem tudo é bem acabado, nem sempre coerente ou de bom gosto. Em Esta Criança o escritor se valeu de situações verídicas para compor o seu enredo, depoimentos que recolheu após entrevistar diversas famílias na região da Normandia. "Escolho situações cotidianas e procuro, dentro deste quadro, a mais forte tensão, a maior intensidade", declarou o escritor. Para o encenador, o interessante não está propriamente na realidade, mas na forma como Pommerat dialoga com ela. "Ele nunca transpõe uma situação da vida para o palco. O que está ali se refere ao real, mas o condensa, transforma, retira do realismo."

Mesmo antes de se encontrarem, o grupo e Renata Sorrah já conheciam essa obra. A companhia havia se debruçado sobre o autor, traduzindo para o português alguns de seus títulos. Por outro caminho, a atriz também havia chegado ao nome de Pommerat, recebera a indicação de Ariane Mnouchkine, diretora do reconhecido Theatre Du Soleil, na França. O consenso favoreceu a escolha. Mas não significa que a parceria entre eles se restrinja a esse interesse comum. "O encontro com a Renata é algo que terá continuidade", diz Abreu. "Porque necessariamente estabelecemos uma relação que fica reverberando em outras coisas." Assim que a temporada de Esta Criança chegar ao fim, eles já planejam um novo trabalho, desta vez debruçados sobre um texto do israelense Hanoch Levin.


Sobre a fraternidade falsa


Sobre o poder


Carminho canta Tom Jobim


01. O QUE TINHA DE SER

02. INÚTIL PAISAGEM

03. ESTRADA DO SOL
04. RETRATO EM BRANCO E PRETO

05. TRISTE

06. MEDITAÇÃO

07. O GRANDE AMOR

08. FALANDO DE AMOR

09. WAVE

10. SABIÁ

11. LUIZA

12. MODINHA

13. A FELICIDADE

14. POR CAUSA DE VOCÊ (DON'T EVER GO AWAY)
 
 
Na voz de Carminho há tantas belezas. E cantando Tom Jobim, imperdível. Aqui, neste cd já clássico, com participações luxuosas de Chico Buarque, Maria Bethânia e Marisa Monte. 
 
Achei para baixar AQUI

Sobre gênero


Gosto desta foto


Snowden, de Oliver Stone



Snowden. 2016. Vivemos em um mundo em que o Estado (americano) tem controle sobre todas as informações que veiculamos nas redes. Tem acesso aos audios, câmeras e vídeos dos nossos computadores, dos nossos celulares. Tem acesso às nossas senhas, aos nossos segredos mais íntimos. Num âmbito global, controlam o destino da humanidade, pois controlam o mercado, as subidas e descidas das bolsas/mercados, fazem uma espionagem intensiva aos governos, chatageiam líderes, derrubam governos (do terceiro mundo, mais do que nunca) tudo de olhos gulosos no poder. Parece distante, mas vivemos o reflexo disso naquilo que vemos nas redes sociais e nos direitos trabalhistas que perdemos. Sim, você viver diariamente num episódio de Black Mirror e não sabia. Pior, não há como desconectar.

Invasores de corpos, 1978



Revi com Gabriel. Adoro filmes paranóia. Este assisti muitas vezes na Globo, de madrugada. Esta versão ocorre no alge da Guerra Fria. Gosto do clima de desconfianças. Achei engraçado o uso histérico do zoom.

O mundo como lugar estranho, Nestor Garcia Canclini


Ensaios curtos sobre o mundo contemporâneo com insights desta mente iluminada e lúcida que possui Néstor Canclini. Faz pensar que o intelectual tem função em nosso mundo, pois ao interpretá-lo nos dá entendimento do que e por que chegamos aqui, e nos norteia, para um rumo possível e melhor. Não é nada pouco.

Peer Gynt, de Gabriel Vilela






Peer Gynt, de Gabriel Vilela. Teatro Popular do Sesi, Paulista. 2016.

Fui com Ana Maria e Gabriel. A peça é incompreensível, com texto e peripécias tão confusas que só a leitura do programa, pós peça, deu algum sentido ao que foi visto. Contudo. O figurino é deslumbrante, assim como os cenários e as performances dos atores. Peer Gynt é um deslumbramento que  não comunica, que não envolve ou emociona, mas o trabalho dos atores e sua entrega, seu preparo vocal encadeado de músicas rocks - dos Beatles a Freddie Mercury - e umas MPBs deslocadas no conjunto possibilitam que sobrevivamos ao espetáculo que de infanto-juvenil não tem absolutamente nada.

domingo, dezembro 18, 2016

Baixar filmes em site chines

Baixar filmes em site chines

AQUI


http://www.bttwo.com/movie_bt/xiao-men-shen

sexta-feira, dezembro 16, 2016

Tróilo e Créssida, de Jô Soares



Consegui convites e fui ao Teatro Popular do Sesi com Gabriel e Ana para assistirmos Tróilo e Créssida, comédia sombria de Shakespeare, dirigida por Jô Soares. Fica difícil fazer uma crítica à essa superprodução bancada pela Fiesp, com um enorme elenco, duas horas de duração, atores conhecidos da tevê. Jô Soares disse que Shakespeare não tinha que soar erudito, que a atualização dos diálogos da peça numa linguagem mais contemporânea o tornava mais palatável e apreciada sua genialidade às novas gerações. Tróilo e Créssida está entre as piores peças atribuídas a Shakespeare e a encenação de Jô faz gritar todos seus problemas e vários outros. A falta de ritmo que entedia, a vulgaridade dos diálogos e do próprios atores, a canastrisse generalizada do elenco que confunde o fazer rir com fazer-se risível (ou ridículos), cria um espetáculo a se lamentar cena a cena, partindo da cenografia pesada, pouco plástica e feia, os figurinos à star wars. Adriana Galisteu escapa de ser a pior, talvez por suas quatro linhas de diálogos que a fazem entrar e sair de cena tão rápido quanto entrou. A esquálida Maria Fernanda Cândido não tem a mesma sorte, recitativa, despeja o texto em cena sem qualquer preocupação com o entendimento, sem qualquer convicção do que diz. Para fazer rir, o que se ve é uma galeria de machos com trejeitos afeminados, uma bicharada pavoneante, com o mesmo bom gosto de um programa de Renato Aragão. Aliás, essa é a melhor definição da peça na qual, para Ana Maria, Shakespeare é encenado na versão Didi Mocó. O que escapa a Jô Soares é que banalizar e vulgarizar uma peça inglesa clássica para, numa versão escracho - no nível do programa Ratinho - "dessacrizar Shakespeare", em nada contribui nem para o teatro, nem para o espectador.

Então comprei um celular novo: BLU VIVO 5R

Blu Bold Like Us - Vivo 5R



Comprei na Paulista, no mesmo chinês que me vendera o meu Blu anterior, levado no Rio. Chorei e o valor baixou para 930,00. É caro, um prejuizão, mas é necessário. Substitui notebook então vale investimento. Tem uma configuração incrível e abaixo do valor dos Samsung; grandão e leve. Depois digo mais.

Na janela com Leda Nagle (ou: sobre a imprensa e a tevê)





Em seu programa de entrevistas no Canal Brasil, SEM CENSURA, meses antes de o tê-lo cancelado, defendendo o papel da imprensa e a televisão no caso do impeachment de Dilma, Leda Nagle usou a seguinte metáfora: "Não se deve culpar a janela pela paisagem"


Minha resposta para ela seria a seguinte: A janela enquadra e determina o que vai ser visto, efetua um recorte da realidade, limita e restringe ao morador da casa aquilo que pode ser avistado. Não bastasse isto, muitas vezes, dependendo do seu vidro, achata a perspectiva, deforma a vista para o que se avista, embaça, obscurece também, fazendo parecer noite o que é dia, feito óculos de sol. Sem esquecer as cortinas, que podem ser habilidosamente usadas para ocultar e barrar por completo o olhar.

terça-feira, dezembro 13, 2016

Virtudes e suas deformidades


Fora, Temer


A beleza das ilustrações do passado




Uma foto do Gabriel


Editada pelo Gabriel.

Então, na rodoviária voltando do RJ para SP encontro meus vizinhos.


E voltamos juntos.

Facebookianas





Essa coisa de sexo... é foda!



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Um texto antigo que virou novo em outro momento

Voo

E quando eu acho que nada mais vai acontecer, acontece. Foi assim no dia que eu cheguei. O escaldante sol do Rio. A Gloria, o Catete, Ipanema. O morro do pavão. Agora aqui, no Bairro de Fátima, ele sempre sendo o mais prosaico e tão lindo com seus velhos e velhas velhando a vida em torno de mesas Bramas e Originais. Deito no cativeiro, sonho a perda do boné. Acordo suado. Depois no whatts, eu lhe pergunto se ia seguir me esnobando. Ando puto! Diz que tem compromisdo, vai visitar a mãe longe. Etc. Me chama e vou, num pulo, decidido a não mais ir, encerrar. Essa porra de ponte aérea. Não rola. Chego e está no banho. Marca de sol. Ouro e marrom. Diz: você não quer esfregar minhas costas? Se há coisa em que sou bom é nisso: banho a dois. 5 minutos de pressa viram 2h30 entre a cama e banhos com despedidas reiteiradas. Sabão e pelos. E aquilo tudo que não se espera que aconteça e acontece, e a gente acha que já sabia todos os truques e nos desconsertam. Já disse num outro canto que "todos os caminhos me levam para o Rio".

E para não esquecer:

Sou mais feliz no Rio

Facebookianas





Às vezes é amor, às vezes é só sexo mesmo, baby. 
Don t you cry. Enjoy it!




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segunda-feira, dezembro 05, 2016

Elis, o filme


Assisti à cinebiografia Elis, na Paulista, com Gabriel. A vida de Elis não cabe em duas ou três horas de filme, talvez não coubesse numa série inteira. Cenas na Santa Efigênia. Um filtro retrô deu a cara da época. A direção é convencional, sem um milímetro de risco ou sofisticação, clássico até o osso. Um filme didático, com poucas músicas e com alguns clipes. A inspiração no filme Piaf, na forma de um pequeno rascunho. "Upa, neguinho" repetida umas três vezes, o que me fez pensar em orçamento. Aliás, tudo feito pobrinho, com dignidade. Quase todos artistas relevantes na vida de Elis estão fora (Gil, Milton, Rita Lee, João Bosco, etc), focando só seus relacionamentos amorosos e a família. Começa lento depois vai para saltos pontuando momentos da vida/carreira. Gustavo Machado excelente. Caco Ciocler, impecável. Júlio Andrade, provando ser o camaleão dos camaleões. E apesar da entrega do elenco, pouca coisa que surpreenda. Mentira. A atuação de Andreia Horta nos arrebata, assimilando gestos, carisma, força e fragilidade. Um ponto notável, são as performances dublando Elis, como se a voz saísse dela. Elis é daqueles casos em que a atriz/protagonista é maior que o filme. O que não é pouco, já que o ser Elis é desde sempre inapreensível. 

Hoje, 4.12.16 - morreu o poeta Ferreira Gullar


Galo Galo

O galo
no salão quieto.

Galo galo
de alarmante crista, guerreiro,
medieval.
 
De córneo bico e
esporões,  armado 
contra a morte,
passeia.

Mede os passos.  Pára.
Inclina a cabeça coroada
dentro do silêncio:
 
 
—— que faço entre coisas ?
  —— de que me defendo ?
Anda.
No saguão.
O cimento esquece
o seu último passo. 
 
 
Galo: as penas que
florescem da carne silenciosa
e duro bico e as unhas e o olho
sem amor.  Grave
solidez.
Em que se apóia
tal arquitetura ?
Saberá que, no centro
de seu corpo, um grito
se elabora ? 
Como,  porém, conter,
uma vez concluído,
o canto obrigatório ?
 
Eis que bate as asas, vai
morrer, encurva o vertiginoso pescoço
donde o canto rubro escoa

Mas a pedra, a tarde,
o próprio feroz galo
subsistem ao grito.
 
 
Vê-se:  o canto é inútil.

O galo permanece — apesar
de todo o seu porte marcial — 
só, desamparado,
num saguão do mundo.
Pobre ave gurreeira!
 
Outro grito cresce
agora no sigilo
de seu corpo; grito
que, sem essas penas
e esporões e crista
e sobretudo sem esse olhar
de ódio,
não seria tão rouco
e sangrento

Grito, fruto obscuro
e extremo dessa árvore: galo.
Mas que, fora dele,
é mero complemento de auroras. 


FERREIRA GULLAR 

quinta-feira, dezembro 01, 2016

"Eu Vou Fazer uma Macumba Pra Te Amarrar, Maldito!"

 Eu adoro a contundência dramática do Johnny Hooker, tem tudo a ver com meu jeito de ser: simulação de indiferença e coração saindo pela boca. Seguem duas músicas que enterraram o amor-da-minha-vida, me fez perder quilos na esteira e me devolveu à vida e ao amor. 





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Despedida dos alunos do Maximize

 Paulista


 Mauá
 Paulista
 Mauá





 Paulista
 Mauá