sábado, outubro 22, 2016

A Comunidade (The Kollektivet), de Thomas Vinterberg


Começa lindo, nostalgico, cheio de alegria e brilho e vai sendo reduzido a um drama banal de traição quando a esposa é trocada por uma mulher mais nova e se desintegra junto com a família. Os atores são magníficos, mas ha pouco espaço para que a maioria brilhe. 



Palmas para Trine Dyrholm: melhor atriz em Berlim. Tão linda, tão comovente em sua dor.


Mas minha paixão no filme foi pela pequena Freja (pronuncia-se Fraia), sua descoberta do amor e da dor.

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