domingo, agosto 14, 2016

Veg'ana, negrita tropicana


A pele branca e os cabelos naturalmente negros fazem de Veg'ana uma mulher singular. Poderia negociar a identidade, contudo sabe que um cabelo não é só um cabelo. O corte Gal de inicio de carreira, é, na verdade, homenagem a outra: Araci de Almeida. Veg'Ana não canta, mas encanta. Nunca quis ser paquita, mas passista. Falta-lhe, contudo, a cor e o samba no pé. Carnavalesca e carnivora, apesar do nome dado pelo pai, americano de Las Vegas (por isso VegAna), nasceu na ZL e de lá, com seu empoderado black style dá a letra. "Chapinha aqui, nem na balada", afirma. Seu negócio é caipiroska, cajuina, saquê e Jesus, o guaraná.

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