domingo, agosto 14, 2016

O anjo pornográfico, de Ruy Castro


A biografia de Nelson Rodrigues escrita por Ruy Castro emula em muito, a forma de escrita safada, carioquísisma, de Nelson Rodrigues. De certo modo trata da gênese das obsessões que povoarão o universo literário/teatral de Nelson. É meticulosa, empolgante, deliciosamente reveladora como uma confissão rodriguiana. Este, leio aos saltos, sem pretenção de ler por completo. Comprei num desses sujeitos que estendem os panos na calçada e empilham livros, mais próximos de moradores de rua do que de outra coisa. Não regateio o preço com eles.

O livro custou dez reais. Comprei outros dois. 1968, o que fizemos de nós. Espécie de continuição de 1968, o ano que não acabou, do mesmo Zuenir Ventura. Se no primeiro, tudo começava na casa de Helô, este encerra com uma entrevista atual com ela, sempre indicando novas tendências.


 A trilogia de Nova York, de Paul Auster é um livro que me persegue. Há anos quero adquiri-lo e tentar ler alguma coisa produzida por um americano. Comprei, agora é achar tempo, em meio a tantos autores mais interessantes para le-lo.


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