domingo, agosto 14, 2016

Effie Gray, uma paixão reprimida


Euphemia "Effie" Gray (Dakota Fanning) é uma jovem escocesa que ainda criança encanta o  crítico de arte John Ruskin (Greg Wise), o casamento se dá na adolescencia, motivada também pela ruína/miséria de sua família, muda-se para Inglaterra, cheia de espectativas, mas já na lua de mel, o desinteresse sexual de seu marido é absoluta. Tratado pelos pais possessivos e tirânicos como uma eterna criança, o marido indiferente, torna-se não só indiferente, mas cruel. Várias tentações ronda Effie, que adoece angustiada pelo desejo sexual reprimido. Por fim, numa viagem proposta por um médico, volta a escócia na companhia do marido e de seu pupilo, o pintor pré-rafaelita John Everett Millais (Tom Sturridge) que ali foi para pintar um retrato de Ruskin. Se apaixonam, Effie entra com um processo contra o marido, e "diagnosticada" a virgindade da moça, o casamento não consumado é desfeito, anos depois, para recrudescer o escândalo sexual que abalou a sociedade inglesa do século XIX, Effie se casa com Millais e tem oito filhos. 

O filme tem reconstituição exuberante, mas é absolutamente tedioso, com grande parte do enredo sendo narrado pelas legendas. É portanto, bastante didático e não empolga. 





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