segunda-feira, maio 02, 2016

Das histórias de amor que começam


Postei esta foto em 5 de janeiro de 2015, mas é possível que que seja do dia 3 ou 4, pois seria um fim de semana. Estava no Rio, e Jô nos levou para o Vaca Atolada, bar da Lapa, com samba ao vivo. Janete aparece remoçada, pós-exército, desejosa de bons acontecimentos. Talvez ela já tivesse visto João, mas não o conhecia. Eu e Jorge que demos o toque, pedimos reparo no cara bacana ali, amigo da Jocelene, cheio de sorrisos e simpatia, e que baixou lá no samba e se juntou conosco para comemoração. E a Jô concordou, deu a ficha do João, mais tarde, e já tratou de articular contatos, para uma Janete cheia de pudor. Foi assim, falaram-se online, saíram, e agora tudo se faz História, Geografia e Serviços Sociais; na vida presente, presencial. Depois disso, fiz outras fotos lindas deles, no tour em São Paulo, no noivado, no Rio; antes, na casa recém-inaugurada do João. Nelas, não mais separados nos cliques, para alegria do fotógrafo, orgulhoso padrinho (com Jocelene), para a bodas que já se anunciam. Já escrevi longamente sobre Janete, a mulher mais mulher que conheço, que encontrou seu João (como naquele poema "Quadrilha", de Drummond, mas sem desencontros) e espero que ambos não mudem, acrescentem, um ao outro, o melhor das partes, e que da somatória se ampliem o sentimento que os une. Testemunhar o encontro de dois destinos, nos ajuda a não perder a fé no mundo, na felicidade, nos finais felizes e no amor. 

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