quinta-feira, novembro 05, 2015

Indie game: the movie, comentários


Um documentário sobre o mundo dos desenvolvedores independentes de games. Embora voltados para um mercado mais alternativo, destoam em seus projetos pessoais, normalmente associados à suas vidas, e que mostram-se como uma nova forma de arte. No caso deste filme americanão, entremeando uma narrativa (de suspense) chato, falastrão, sentimental, sempre forçando a mão para "o estranhamento dos caras, sua obsessão pelo jogo, sua jovialidade permanente (e fixação na infância), suas idiossincrasias, seu comportamento antissocial, seu misto de narcisismo e insegurança. Há menos informação que necessária, e termina por ser um grande fetiche em torno dos "garotos nerds gênios criadores, na contramão do determinado pelo mercado, e embora parecendo loosers, terminam, claro, como grandes vencedores e papando muita grana" (se não há grana para americado, nada vale a pena, lembremos). O mais interessante realmente é de fato o que eles criaram, inegavelmente jogos belíssimos, inovadores, já entranhados numa "tradição" e avançando em muitos aspectos, tornando ridículo tudo que vemos nessas feiras/exposições ridículas de arte digital.

Como me interessa escrever sobre a narrativa de games (no caso Thomas was alone), estou assistindo a vários documentários e pensando na experiência que tive com jogos, do Atari, ao Nintendo, ao Super Nes, ao SEGA, ao PlayStation e suas grandes variantes. Também pensando nos diversos jogos de PC e de celular. Já tinha listado e passado por esses jogos há alguns anos, e retorno minha pesquisa a eles. Depois postarei outros títulos em torno do videogame que tenho assistido na Netflix. 

 Super Meat Boy


 Braid



FEZ



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