segunda-feira, abril 27, 2015

Uma postagem para o ego



Postei foto em sala no Face, Muitas curtidas e lindas declarações para inflar meu ego e eu sentir que há um propósito em ser professor. 

Mengdol - construção de personagens 3d


Nova febre, construir animações com a cara de parentes no Mengdol.

Político1


Breviário

Ontem. No Zaíra, com Gabriel. Elaine abatida. Péricles impaciente. Mãe confusíssima. Pedro e amigos jogando no quarto. Presenteei Vittorino com Mickey, Stitch e Sullivan. Revistas da Turma da Monica, Cinema e edições especiais para Pedro. Gabriel editou videos antigos de Pedro, gravou e editou no quartinho com as lentes de olho de peixe para celular, aquelas recém compradas da 25 de março. Voltei as 22h. Varias fotos com a GoPro e com a Canon 70d. Atualizei GoPro. Fiz animações no programinha chines com personagens. Conversas com Mauro, no cel. Hoje, tratar da televisão. Fazer depósito de passagens. Ir a academia. Lecionar. 





sábado, abril 25, 2015

sexta-feira, abril 24, 2015

Vivian Meier no MIS - Maio de 2015






Sim, ela é depois do Heni Cartier-Bresson, minha fotógrafa predileta. Pela força que ela extrai do prosaico, da sua intrusão imodesta de quem espiona e saca, como uma arma, o cotidiano. Há estranhamente poesia no que ela alcança. Meier retira o melhor do humano, esse enigma, que ela própria parecia não compreender, já que tão distante do que tudo que ela de fato era. Meier era a esfinge devoradora mas enigma inexpugnável. E sobrevive. Saber que em breve estarão suas fotos no MIS-SP me enche de alegria. Nunca me senti tão dominado pelas imagens.   

Redação em Rede - um novo blogue


Fundação, inauguração, começo, princípio.

Fica aqui o registro da abertura deste blogue sobre técnicas de redação. 

Há anos alunos me pedem que disponibilize o conteúdo das minhas práticas do ensino de redação. Sempre declinei do convite, embora tenha montado uma caixa postal e deixado por lá todo material apresentado em aulas, e as redações - no meu ponto de vista, o que havia de mais interessante - produzidas coletivamente durante as aulas. 

Por fim, uma série de pedidos bem próximos, dos irmãos, dos sobrinhos, de amigos próximos, e de novos estudantes, me mobilizaram a criar o REDAÇÃO EM REDE. 

A razão das negações reiteradas deve-se ao fato de ao disponibilizar material didático online, este ser frequentemente surrupiado por outros profissionais e instituições. Seria ótimo se solicitassem autorização do autor e, mesmo, que se prontificassem a pagar os direitos autorais. Nunca o fazem. É copiar, imprimir/publicar e lucrar com o trabalho do profissional. Razão também, por que esta página ficará restrita a alunos, parentes e amigos via cadastro, e não estará disponível a demais internautas. Sei que isto nada garante, mas pelo menos dificultará o processo daqueles que insistem em roubar o trabalho intelectual de outrem 

Para mim não deixa de ser um desafio transpor na forma de texto, aquilo que prefiro trabalhar presencialmente, observando e compreendendo o ritmo que a aula deve ter. Prefiro sempre a dinâmica da sala, para compreender também o passo a passo do nível de complexidade necessário para levar o estudante a produzir um bom texto. Todos fatores medidos pela "resposta" dos alunos a determinar enfoques, ênfase, estratégias para produção de um boa redação.

Hoje, 24 de abril de 2015, inicio, portanto, este blogue de técnica de redação. Espero que seja útil a todos que tiverem acesso.


Link AQUI

Redação Henfil



Cursinho Popular. Henfil Paulista. Aula de Redação. Certo clima da turma. E uma alegria imensa de compartilhar ideias.
Uma foto de presente que sintetiza minha obsessão atual por fotografia, por simetria e meu narcisismo.


Da janela da cozinha


Anti-cartão postal.


Angeli, um gênio.


Meu amigo Leandro Valker na luta.


Existe uma linha tênue entre a genialidade e a loucura...


quinta-feira, abril 23, 2015

17 de abril, depois...


Ando me sentindo bonitinho com meus quarenta e tantos. Não é pouco para quem há anos reclama dos quilos que serão sempre a mais. Os planos novos são os velhos. As contradições são o que me definem. Essa cara em desacordo com a voz, em desacordo com o sexo, em desacordo com a fúria, em desacordo com a ação. Cada dia menos do pai, menos da mãe, algo indistinto, desatento, moroso e cheio de desapego às convenções. Um amor crescente (se é possível) pelos sobrinhos, quase como se fossem extensão de mim e minimizassem meu fracasso. Mais livres, mais inteligentes, doces, afiados, e bonitos. Gente talhada para ir ao mundo sem medo..

Ouço o Songbook/Cancioneiro do Dorival até não aguentar. É que ando sentimental. Me comovi quase às lágrimas com Nana Caymmi cantando/recitando Pessoa, no ônibus do Rio. A interpretação de Jussara Silveira para Ludo Real, tem coisa mais bonita? Passear em Santa Teresa com a irmã, deitar no sofá e falar sobre decepções amorosas com Jô, ganhar um bolo de aniversário num Samba da Lapa, da Jan. Ir visitar o João da Janete para um almoço delicioso no Meyer. Beber cerveja sem embebedar. Vadiar no Rio para afogar a eterna tristeza, e receber sempre mais do que busquei. Sem dor, sem culpa. Então, aniversariado, num banco solitário que dá para uma janela onde a paisagem escapa ao olhar, descobri que não dependo de um amor oficial para estar feliz e em paz comigo. 

Não direi (nunca digo) mentiras de fidelidade e amor eterno. Mas isso não é garantia de nada, as traições seguem antológicas e profundas, um rol de decepção a nos conduzir à descrença. Fazendo aquele balanço de somas e subtrações, andei gostando de gente demais e demasiadamente nos últimos anos. E agora o espanto: neste querer bem a uma porrada de gente, nem uma centelha de arrependimento. Recebi as mais belas mensagens clichês de aniversário, padronizadas e sinceras, rápidas e delicadas, sacanas e de compaixão. Paradoxais, como o destinado..Deitado no quarto da Jô (contradições! ironias!), também a última veio traduzir o fim banal e sem sentido de toda história de amor. 

Queria dizer que é um ciclo que se fecha, mas o acaso é meu amigo, e sempre me livra do tédio existencial. O que compreendi, ao despertar nesta manhã de um sonho seguido motivado pela febre da gripe, foi que a idade do lobo chegou ao fim. A aflição virou essa coisa calma, sofá e televisão. Gosto de ler, enviar mensagens, fazer fotos e conversar demoradamente. Sigo cantando mal pela casa. Dançando sem ritmo canções que vem do computador. O fantasma que partira retornou impiedoso e fiel, queimou a tevê de novo, e de novo (três vezes), só deixou o estabilizador intacto para mostrar que não está de brincadeira. Não luto mais com o cara, que não quer minha casa invadida, minha paz violada. Decidi investir nesse barato de fotografar, estudando muito, Novos filmes, escrevendo um tanto mais, um serial solitário contumaz. Parece saber que agora o que eu estou mesmo a fim é da liberdade de gripar, de engordar, de ter azia e mau humor, de dormir tarde, muito, e trabalhar pouco. Trouxe uma comigo-ninguém-pode para fazer-lhe companhia e baixar a bola. Ganhei incensos de citronela para espantar mosquitos e as forças nefastas. E, por fim, fiz as pazes comigo. Estamos bem, reconciliados, eu comigo mesmo, divergindo quanto a barba, planejando a viagem a Portugal e a Áustria, e treinando o inglês para não passar vergonha nunca mais. E o resto é uma canção. 



A decadência do Jornalismo e a Greve dos professores.



Ao ler este excelente texto/artigo veio a mim, também depois de ler os comentários, o fato de o Brasil não ter realmente se empenhado em formar leitores. Fomos do rádio à tevê sem o processo de alfabetização competente, sem políticas corretas do livro e acesso adequado à bibliotecas. Pensei em algo ainda mais complexo, o desprezo que a sociedade, e particularmente a IMPRENSA, sempre teve em relação aos PROFESSORES e à ESCOLA PÚBLICA (não direi à Educação, pois a esta, TODOS são solidários empaticamente, e num nível profundamente abstrato). Basta lermos o editorial dos diversos jornais, observar a ausência de cobertura, a de empenho de informar e esclarecer motivos a uma população já tão desatenta. É um movimento "banal" pois não comove, então não dá manchete do jornal, não ganha capa de nenhuma revista relevante, pelo contrário, em conluio com a televisão (e a determinados governantes) reiteram o desprezo pelas lutas dos profissionais da pedagogia, desqualificando-los. Parecem ignorar que o seu trabalho, há muito, aproximou-se das condições de um sub terceirizado, rogando vagas e aceitando submeter-se a sucessivos desmandos de governos. Ao desprezá-los, a imprensa lacrimoniosa e suicida de hoje, permitiu que a Educação realmente não alcançasse a mínima função de "civilizar a massa inculta, pelo menos por meio do letramento e conhecimento básico dos números". A ascensão da classe enfatizou a noção de inserção na produção em série de consumidores e "polegarzinhos" digitantes. Ao desprezar os PROFESSORES, demolir sua carreira, exterminaram também os LEITORES possíveis, os "almejados consumidores" de um jornalismo mais denso e competente. Agora, senta e chora.

[Post com considerações a partir da leitura de:
http://observatoriodaimprensa.com.br/imprensa-em-questao/o-suicidio-do-jornalismo/ }

O suicídio do jornalismo, texto de Sylvia Debossan Moretzsohn em 21/04/2015

"Bem a propósito, o estudante de jornalismo Ricardo Faria lembrou de artigo da revista New Yorker de janeiro deste ano, um texto irônico sobre o “rei dos caça-cliques”, um criador de sites desenhados especificamente para viralizarem e lucrarem com cliques de Facebook (ver aqui). “É o retrato do espírito desta web”, comentou, destacando um trecho significativo em que o “empreendedor” explica seu processo de trabalho:
“Se eu fosse responsável por uma empresa de hard news e quisesse informar as pessoas sobre Uganda, em primeiro lugar eu procuraria descobrir exatamente o que está acontecendo por lá. Então buscaria algumas imagens comoventes e histórias que provocam emoção, faria um vídeo – de menos de três minutos – com palavras e estatísticas simples e claras. Frases curtas e declarativas. E, no final, diria às pessoas algo que elas pudessem fazer, algo que as levasse a se sentir esperançosas”.
“Aquela frase de Saramago ressoa na minha cabeça: ‘De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido’”, desabafou o estudante.
Mas trata-se de um estudante crítico. Quantos não verão aí uma saída “criativa” para a crise da profissão?
Não. Mudam as tecnologias, não os fundamentos. O jornalismo não precisa se reinventar: precisa corresponder ao ideal que o justifica e o legitima socialmente. Já se disse inúmeras vezes que o imediatismo e a cacofonia das redes tornam o jornalismo ainda mais necessário para filtrar, em meio à profusão de banalidades, boatos, falsidades e incorreções, o que é informação confiável e relevante. É, além de tudo, uma tarefa que exige compromissos éticos fundamentais, e isto não é retórica vazia: ética diz respeito a princípios e finalidades. Ética pressupõe autonomia e liberdade. Exige, portanto, uma luta permanente, sobretudo quando as empresas escancaram seu desrespeito a esses pressupostos.
[Fragemtno de excelente texto a demarcar a crise no Jornalismo em âmbito amplo].

Texto integral (do Observatório da Imprensa), AQUI

quarta-feira, abril 15, 2015

Para espantar a tristeza desses dias

Um show do Kleber Albuquerque


Uma foto de encontro com amigos 


Um chopp com Rubinho e Ana Maria falando todas as bobagens possíveis. 


Um passeio de carro com a irmã, pela manhã, ouvindo música. 


sábado, abril 11, 2015

GoPro4 Silver



Depois de uma pesquisa danada na internet, decidi comprar essa GoPro4 Silver. Demorou um pouquinho para por as mãos nela, mas neste 11.04.2015 passei aqui na Santa Efigênia e me apossei dela. Já vi mil vídeos, aprendendo como usa-la e como mexer seus recursos. Adorei poder botá-la no celular usando seu wi-fi interno. Coisa de gênio. 



Quem me apresentou sua existência foi o Gabri, e o Lucas ficou indignado quando cogitei comprar uma Sony. Ai está. Que eu tenha dias ensolarados, noites inesquecíveis, e viagens incrível para registro e testemunho.