quinta-feira, agosto 21, 2014

Ernest Hemingway


Sim, eu me dou ao luxo de no metrô, no trem e no ônibus ler os contos limpos, precisos e comoventes (nas nuances e emoções que ele escamoteia nas entrelinhas) de Ernest Hemingway. Achei que iria odiar por causa do "peso" do nome e da marca "autor norte-americano". Caí do cavalo. Gênios como este sobrevivem ao tempo e nem a tradução esconde o brilho do estilo.




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