domingo, junho 08, 2014

Das greves às aulas

Greve no metrô e chego atrasado uns 30 minutos no Henfil Paulista. O tema hoje, manifestações. Sou pró, tendencioso e fico indignado com a cobertura televisiva suja, com a copalização do Brasil. Discuto no facebook, muito irado. No Henfil, o debate foi longo e produtivo. Alunos interessantes, interessados. A redação ficou boa. Poderia ser melhor. E terminei ensinando crase. De volta pra casa, tontura. A labirintite que me pega vezenquando. Comi caríssimo na Paulista, mais da metade do prato salada e legumes. Na Livraria Cultura, promoção da Cia. das Letras. Não me animei, tudo parecendo encalhe. Volto para casa e durmo. Ressaca do ensaio sobre o livro Nossos ossos, de Marcelino Freire, finalmente concluído. Faço comida, sigo firme (mas roubo) no regime de sempre. Muitas coisas por fazer, angústias variadas. Durmo tarde. Assolam contas. Paredes por pintar. Casa carecendo de limpeza. Uns quatro TCCs pendentes. Livros perdidos de curso que ministro na Fundação, Literatura e Mito. Semana anterior, greve dos professoras. Fui encontrar Ana e Tininha. Confraternização na casa do Leo e Diogo. Pendente para ver mãe. Casa fria. Dias chuvosos. Corridas na esteira. Idas à médico. Conversa rápidas com a irmã que dia desses baixou aqui para me ver. A adiada ida ao cinema para ver Maleficent. Muitos emails para responder. Somam-se pendências. Hoje decido, pouso e escrevo um pouco mais. E tudo segue. Diáriamente. 

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