segunda-feira, março 24, 2014

Sobre sexo, casamento e família a partir de um post no FACEBOOK


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  • Eduardo Arau Acho preconceituoso, em alguns pontos pontos: 1) Como se afeto e sexo entre pessoas adultas fosse algo condenável e negativo que precisasse ser mediado/oficializado por uma igreja/religião. Não precisa, simplesmente porque não se precisa de uma "igreja" para estar com Deus; 2) A gravidez vista como algo sempre negativo e fosse uma punição, aliás, como se necessariamente fosse resultar em gravidez; 3) Como se os "namorados castos" fossem superiores aos outros, não são. Se essa é uma opção do casal ela é legítima, o que não significa que eles são melhores ou que estejam com a razão; ou ainda pior, como se julgassem "sexo algo indigno" e não natural, algo que precisasse ser "autorizado" por uma instituição encarregada de gerenciar suas vidas e dizer se tal coisa é certa ou errada. 4) casamento não é o ápice da relação, e não é garantia alguma de FELICIDADE conjugal. Se fosse assim, não haveria tanta gente casada infeliz e acorrentada por dogmas. Casamento é quando duas pessoas (observe que vou mais longe, falo "pessoas") se acham conectadas e com o desejo de compartilhar suas vidas e suas experiências, e não é Igreja que determina isso, mas afeto. E sexo é um componente fundamental da relação. Deixar para entender se há compatibilidade sexual entre o casal para "depois", é um tiro no escuro; o que não condena quem queira assumir o risco (pois sim, é um risco), nem o torna um herói. AGORA O QUE PENSO PARTICULARMENTE: "casamento" é sim passível de ser dissolvido, - não a torto e a direito pois assim é imaturidade - MAS casamento não é uma "condenação" para toda eternidade. Seres humanos mudam ao longo da vida - físico, moral e emocionalmente - e o pior que há para duas pessoas (e os filhos dessas) é estarem presos a alguém que já não corresponde as mesmas vontades e ideais quando não há Amor/respeito etc. É o AFETO que une o casal, não é o documento oficial nem o ritual religioso, portanto, sem afeto não faz sentido o "casamento". O que une duas pessoas são o seu afeto (bem, há os que vão por dinheiro, poder e outras questões, mas aqui não se trata disso). E se não há mais afeto, não é a imposição, nem a interferência externa de alguém tentando "salvar" a relação que dará jeito. Portanto, namoro (com sexo) - como ficou subentendido ou namoro casto tem o mesmo valor, pois visam formar pares por afeição/compatibilidade/respeito/companheirismo etc etc, seja oficial ou não para criação daquilo que chamamos família. O resto todo, PARA MIM é mistificação.

Um comentário:

Anônimo disse...

Aplausos.