terça-feira, fevereiro 25, 2014

Doze anos de escravidão

Um melodrama convencional, violento (beirando o sadismo), intensamente emocional, como um poema abolicionista: mais para colocarmo-nos no lugar do outro do que entender intelectualmente a questão da escravidão/racismo. Um filme necessário sobre a perversidade humana, a coisificação do homem convertido a menos que animal. Para se entender as raízes atrozes da desigualdade racial e o preconceito não apenas na América, mas no mundo. Subjacente: a hipocrisia da religião, a ferocidade do passado, a coisificação da mulher, às raízes do gospel, do soul do jazz. Um filme que dói.


E o surgimento de uma estrela.

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