quinta-feira, março 28, 2013

REVIDE MORTO





Não há mais comentários postados há muito no Revide. Declaro esse blog oficialmente morto.





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domingo, março 24, 2013

Bref.

BREF. Para quem não conhece, é uma série francesa ABSOLUTAMENTE GENIAL, cada episódio tem no máximo dois minutos, e já é um sucesso devastador, e por isso foi vendida praticamente pro mundo todo. Quem me passou, foi Cécile Duret, minha aluna gênio, e recomendo a vcs darem uma passada de olhos. Pois é coisa de genio: Atur Garcia,Guilherme GonçalvesRafaela Teixeira de SousaRafael Munduruca,Lucas RiosCaê KokuboGabriel AlexandreAirton Dos SantosZahoz Saturnino.

http://youtu.be/kkShVMfdPKY


LINK para todos os episódios.

Marcela postou, gostei disto.


Cultura e arte em Mauá


É apenas estranho. Não poderia condenar estas pessoas que fazem o que acreditam ser música e arte. Não poderia culpar o gosto mediano brasileiro, que entrona claudias leites e tantas bandas de pagode e funk. Mauá só reflete o todo, a confusão entre o cultural e o entretenimento. Isso passa, claro, pela hegemonia da televisão na formação do gosto e repertório cultural das três últimas décadas no país, somada a uma educação pública que pouco acrescenta ao repertório cultural, social e simbólico do cidadão. E claro, uma má-fé bastante consciente, daqueles que anestesiam a população promovendo o divertimento/circo em vez de enfrentar questões importantes, como o preço da passagem e o péssimo serviço da empresa de ônibus dona de Mauá.


Comentário fomentado por uma postagem de Edson Iké, no facebook. AQUI




  • Edson Ikê Danilo Ramos Silva se liga, mauá com falta de água e o secretaria gasta com eventos ridiculo como este
  • Preto Druns que porra é essa
  • Preto Druns e povo sofrendo na favela sem aguá se comida é essa palhaçada
  • Maria Das Dores Santana AS VEZES CULPAMOS SÓ O GOVERNO, MAS AS PESSOAS NAO FAZ NADA PRA MUDAR SUA POSTURA DIANTE DA VIDA..
  • Nazaré Baracho lixo é pouco.
  • Maria Das Dores Santana quem quer mostrar mostra, quem quer esconder esconde , pea isso existe o livre harbitrio
  • Edson Ikê Ei Dona Maria a questão em é o "sensualidade"... nesta semana Mauá ficou sem água e a SAMA que faz o sua distribuição torrou dinheiro público promovendo evento eleitoreiro ridiculo... esta é a questão.
  • Eduardo Arau É apenas estranho. Não poderia condenar estas pessoas que fazem o que acreditam ser música e arte. Não poderia culpar o gosto mediano brasileiro, que entrona claudias leites e tantas bandas de pagode e funk. Mauá só reflete o todo, a confusão entre o c...Veja mais
  • Edson Ikê A questão nem é uma analise sociologica aprofundada, é Mauá sem água e o "governo popular" fazendo evento tosto torrando dinheiro público, e o problema básico da falta de água...
  • Edson Ikê Taí o absurdo, agora ta posto da idiotização geral, não consegue entender um palmo além...
  • Eduardo Arau Sim. Objetivamente, voce está certíssimo. E isto é inquestionável. O meu comentário só quer entender isso no plano do Brasil (do qual Mauá é espelho): que população culturalmente sofisticada não reagiria a esse espetáculo e a questão de perda de direitos e incompetência pública de modo imediato, senão esta, educada para esse tipo de show e passiva em relação a todas as arbitrariedades?
    há 32 minutos · Editado · Curtir · 1
  • Edson Ikê E este governo que achava que faria a diferença é continuidade da merda...
  • Eduardo Arau Ia postar isso: qual a diferença entre Vanessa Damo e o atual prefeito?
  • Eduardo Arau Temos. Eu: frustração e angustia. Pior é que está asism no geral, hj, manifestações são absolutamente ignoradas pelos governantes, a opinião pública parece que perdeu peso. Acho que ficou evidente no caso Sarney, hj a gente ve isso em relação ao Marcos Feliciano e localmente, no caso das passagem em Mauá.
  • Eduardo Arau É uma democracia em que o demo/povo não tem qualquer relevancia no comportamento dos sujeitos eleitos. E é isso. Abço.
  • Edson Ikê É o "governo popular"... decepção
  • Edson Ikê O que é foda é o discusso que o "povo" quer este tipo de merda e evento, que é evento para o "povão", cadê a proposta de uma cidade educadora?? Cadê os artistas locais????
  • Eduardo Arau Popular tornou-se o popularesco. nao há saida, no meu caso eu só posso realizar a pequena açao, junto aos meus alunos.

sábado, março 23, 2013

Brasil, definição de Sousândrade

- Brasil, é braseiro de rosas:
A União, estados de amor:
Floral… sub espinhos
Daninhos;
Espinhal… sub flor e mais flor.

— Sousândrade, em O Inferno de Wall Street.

Astrud Gilberto com Stan Getz

sexta-feira, março 22, 2013

Baixar videos do Youtube



Precisando baixar uns videos/clipes do Youtube, recorri ao Airton que me passou essa maravilha chamada aTube Catcher 2.9. Está aí a recomendação para quem quiser fazer o mesmo. Link AQUI.

Comentando post do Facebook



Eduardo Arau Balela do discurso e exemplificação demagógica, pois o macho, adulto, branco hétero é figura hegemônica, não sofre as agressões e é discriminado pela cor da pele, opção sexual e gênero. E se me contar que não há/existe discriminação para esse grupo ai retratado, ai mesmo que não vou levar a sério. Só o fato de isto estar sendo postado, já mostra que é uma reação de um grupo/classe acostumada ao poder que não quer perder a sua posição e garantir direitos iguais às minorias historicamente discriminadas.

quarta-feira, março 20, 2013

Pânico moral da Frente Parlamentar Evangélica


Para o pesquisador Paulo Victor Lopes Leite, do Instituto de Estudos da Religião (Iser), um dos autores do estudo, a posição de Feliciano não é exceção: reflete o pensamento majoritário defendido pelos integrantes da Frente Parlamentar Evangélica.
— Constatamos que os parlamentares evangélicos trabalham com a ideia de pânico moral, que se manifesta sempre que qualquer atitude ou comportamento se mostra diferente do conceito de família patriarcal, com pai, mãe e filhos. É a ideia de pânico moral que faz com que rejeitem qualquer transformação natural da sociedade, como o casamento igualitário e a necessidade de se discutir a legalização do aborto — avalia.


Leia mais sobre esse assunto AQUI 

terça-feira, março 19, 2013

Cristinianismo argentino?

Cristianismo Kirchner



Agora é que conseguem canonizar Evita.

Killer Joe, de William Friedkin


Não existe filme em que Mathew MacConaughey não fique pelado. Mesmo que seja absolutamente desnecessário ele exige por contrato uma cena para mostrar a bunda. Só pode ser. Auto estima alta talvez responda por sua boa performance como ator neste filme fascinado por perversão, por transgressões e amoralidade. Mas Emile Hirsch segue sendo um dos atores americanos mais intrépidos e interessante de sua geração, embora seu personagem venha clichezado, não tenha muito o que fazer a não ser ser escroto e apanhar.

Filho tenta contratar Joe, policial sociopata e assassino profissional, para matar a mãe (bêbada inútil e mãe abusiva). O objetivo é receber a grana do seguro e saudar dívidas de jogo (sim, mais um vício). Sem grana para pagar Joe, recorre ao pai, sujeito boçal e desprezível que aceita a proposta, desde que dividam o dinheiro por quatro. A quarta é sua mulher, uma piranha histérica, vulgar e boca-suja que o chifra. Mas como ninguém tem dinheiro para pagar o assassino, resolvem oferecer para Joe de garantia a irmã-ninfeta, Dottie, sonâmbula, sádica e meio débil mental (viciada em tevê), insolitamente virgem. Nada dá certo, há cenas de espancamento, pedofilia, nudez a rodo e sangue, muito sangue. O tom usado é um jocoso/farsesco (nonsense e/ou humor negro) que sinaliza para o cinema de Tarantino, mas sem nunca entregar-se de fato à alegria tarantinesca. Pisca bastante para a sordidez grotesca e surreal de um David Lynch, mas patina numa indefinição entre o pé na jaca do mero divertimento e certo realismo despudoradamente duro (mas com fotografia brilhante, sofisticada; e não suja, como pediria o filme). Termina brusco, histriônico e sem brilho.

E pensar que William Friedkin dirigiu com pegada clássica e precisão um filme memorável chamado O exorcista.

A cabana



Jovens saem de ferias da faculdade e vão para uma cabana no meio do mato curtir. São atacados todas as vezes que tentam fazer sexo. A mocinha virgem é polpada. Nada de novo, se não fosse ótimo, e tivesse um desfecho realmente insólito e surpreendente. Metalinguístico, debochado, criativo.

segunda-feira, março 18, 2013

Lay the favorite



Lay the Favorite, de Stephen Frears. Um filme ótimo, com bela dinâmica, mas erraram feito na protagonista, em vez da Vicky (Rebecca Hall) tinham que ter colocado a Cristina (Scarlett Johansson), que faria a personagem tolinha romantica, sagaz nas decisões e sedutora. E pensar que Frears que dirigiu Ligações Perigosas e Alta fidelidade está fazendo esses filmes sem força, quase puro divertimento.