quinta-feira, dezembro 12, 2013

Adiamento, encontros, diálogos, eventos e insônia.

Ontem, meu celular que havia molhado voltou à vida. Desisti de ir à academia. Tive que remarcar reunião do Henfil para segunda, prestes que estou a viajar para o Rio. Almocei no boteco aqui perto com Jorginho. Corrida para São Bento, depois de descer sete andares, ter que voltar para pegar carteira, passar no banco, celular esquecido. Embarco corrido para República. Desço no Butantã. Ônibus para Poli. Feirinha da USP. Multidões se acotovelando. Me acabei na Editora 34. A Cia da Letras segue sendo a pior de todas: lista burocrática que não bate com os livros que estão na mesa, e a maioria, mais necessária, ausente. Cosac Naify, sempre um espetáculo, com tratamento excelente, gentileza e TODOS os títulos disponíveis, sem horror ou usura. Por isso, e ter os livros mais belos, e as melhores traduções, a mais amada. No meio do tumulto, encontrei Gustavo com aquelas novidades boas sobre seu mestrado. Torço demais. Depois ele me leva até o Cinusp, por que ando perdido. Corro para ver Thais e Heloísa.  Falo no microfone, celular que toca e tenho que desligar. Ouço tudo, com demasiada atenção. Me despeço. Saio preocupado com comunicação com a irmã. Maristela chega no penúltimo tempo. Pego o gravador com Thais para trazer. Palestra linda sobre produção audiovisual na periferia. Embarco com Maristela no carro atrás de Helô que me nos convidou para lançamento de livro sobre grafite da Aeroplano. Transito danado de uma Cidade Universitária meio as moscas. Refrigerante diet, amendoins, raps, soul. Criolo estava lá, animadíssimo, falando com amigo, sacudindo as mãos. Som alto impossibilitando conversas. Professora da USP de Cinema. Os manos do evento, gentilíssimos todos. Encontro no livro informações sobre grafiteiros de Mauá, Jardim Zaíra. Mesmo no centro, ainda muito periférico, de reconhecida timidez que me desterritoriza de aqui e lá. Depois, partimos, um tanto quanto famintos. Paramos naquela padaria no fim da Augusta. Uma pizza. Maçãs que compro no mercado. Muita conversa. Planos que se sobrepõem neste ano que chega ao final. 11.12.13. Ando elétrico, não: eletrificado.  Chego em casa exausto. E venho para o computador. Zapeio sem sono. 4 da manhã. Boa noite.

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