quinta-feira, fevereiro 28, 2013

The booth at the end






MICROSSÉRIE ONLINE 







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2 teasers de teatro sensacionais e outros 3

Viúva, porém honesta
http://vimeo.com/57501661


O amor e outros estranhos rumores
http://vimeo.com/16973915


Macumba Antropofágica
http://vimeo.com/47203323

Gangster of love
http://vimeo.com/44076134


Mormaço
http://vimeo.com/47962776


Vaca Profana



Gal cantando Caetano. Gal cantando uma das canções mais lindas que eu já ouvi.

quarta-feira, fevereiro 27, 2013

O mundo Amodóvar y sus chicas













Novo sobrinho a caminho

Eu nasci para ser TIO, então anuncio com atraso de duas semanas que vou ser tio novamente.
Que venha Anna ou que venha João.













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Da série: Narcisismo sem botox #3


Da série: Narcisismo sem botox #2


Da série: Narcisismo sem botox #1


Fullgás

Meu mundo você é quem faz
Música, letra e dança
Tudo em você é fullgás
Tudo você é quem lança
Lança mais e mais em mim

 Só vou te contar um segredo
Não, não... nada, nada de mau nos alcança
Pois tendo você meu brinquedo
Nada machuca nem cansa

 Então venha me dizer o que será
Da minha vida sem você
Noites de frio... dias não há
E um mundo estranho pra me segurar

Então onde quer que você vá, é lá...
Que eu vou estar, amor esperto
Tão bom te amar
 E tudo de lindo que eu faço

É ver com você, é ver feliz
Você me abre seus braços
E a gente faz um país
Você me abre seus braços
E a gente faz um país

A gente faz um país um país
A gente faz um país
A gente faz o Brasil

Tilda com Bowie, que coisa mais linda

Ando bem feliz com meus braços.


[Gosto demasiadamente do emaranhado surrealista desta afirmação]

segunda-feira, fevereiro 25, 2013

Revide entediando




Tem dia que eu faço como todo mundo que entra no REVIDE, saio sem fazer nenhum comentário.




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domingo, fevereiro 24, 2013

Laranja Psicodélica

Para achar e baixar torrents dos melhores filmes, não há nada como o

LARANJA PSICODÉLICA.

sábado, fevereiro 23, 2013

MOVI[E]MENTO COLETIVO


Criado em 20.2.2013, com a proposta de realizar belos projetos.

MOVI[E]MENTO COLETIVO



MOVI[E]MENTO COLETIVO

A proposta é reunir jovens profissionais formados ou atuantes nas áreas de cinema, roteiro, teatro, dança, música, fotografia, sonoplastica, computação, edição, designer gráfico, cenografia/arquitetura, moda, maquiagem, artes plásticas e outras, a fim de
produzir trabalhos curtos (de uma ou duas diárias) mas significativos, - em vídeo e cinema - que possam ser voltados para internet, festivais, mostras, sites e outros meios audiovisuais.

O objetivo do MOVI[E]MENTO COLETIVO é dar visibilidade a artistas dos mais diversos campos por meio de trabalhos realizados em PARCERIAS. A estratégia é produzir para poder mostrar os trabalhos daqueles
que desejam atuar em cinema/vídeo e outras artes, mas encontram dificuldade para desenvolver seus projetos (que exige equipes) e assim entrar no mercado.

MOVI[E]MENTO COLETIVO surge, portanto, de uma necessidade bastante prática: a) ter trabalhos artísticos, bem realizados e significativos que evidenciem o seu potencial de cada artista envolvido; b) constituir um portifólio; c) tornar-se atrativos para pleitear patrocínios e ter maiores oportunidades em editais e outros sistemas de patrocínio/incentivo dos setores que exigem trabalhos executados.

O MOVI[E]MENTO COLETIVO visa também a possibilitar a execução de trabalhos experimentais de filmagem, documentar processos, produzir clipes de musica, dança, performance e shows, além de teasers para peças de teatro, e até minidocumentários.


Por ser um trabalho de parceria, não haverá remuneração, já que a ideia inicial é a associação voluntária de artista para execução de projetos que visam conferir visibilidade ao seu próprio trabalho.


E claro, todos envolvidos terão cópia do material produzido para fins de portifolio etc.

MOVI[E]MENTO COLETIVO é um grupo de risco.
 

Chico cantando Chico


Ontem Chico cantando Chico para mim. Antes, cantando Calcanhotto, Micróbio do Samba e Cantada. Falando de Ney Matogrosso, fumando feito louco. Bombas de chocolate não derretidas no congelador. Picos glicêmicos de açúcar regularizando diabetes. Cigarros vazando fumaça, chicletes verdes de hortelã em lugares imprecisos. A noite fresca, a caminho do Estadão. Escondidinho de carne seca e o prato da casa. Comemos feito loucos. Filmes, designer, projetos, instagram. Marina Lima na cama, Cazuza, Antônio Cícero, gente demais para um colchão no chão. E a luz que brilha um dia novo na janela. Tudo é tarde demais e breve. Os encontros efêmeros que são contrários à morte já anunciada em todo nascimento. O oposto disso tudo é a alegria. E a máxima: Se você está bem vestido, você pode tudo.

sexta-feira, fevereiro 22, 2013

Considerações sobre o poema






Nem só de dor de amor vive a poesia.










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Irmã, Augusta, Atenas

Ontem fui com Lucas à agência Closer Models para ver o que anda acontecendo com o garoto. Discussãozinha leve, respiro. Hoje minha irmã passou aqui e fomos jantar na Augusta, no Athenas. Truta e aquela omelete que adoro. Torta chocomenta e petit gateau de chocolate. Dorme agora neste apê. Sábado receberei Janete e amigas para o final de semana. Amanhã, virão montadores para o guarda-roupa e ninguém tem noção da quantidade de serragem que se espalha e impregna tudo na casa. Reclamo, mas ando curtindo bem esse finalzinho de férias.

Leio Conversas com Almodóvar, quase que só. Leio atualmente jornais que roubo do Henfil, reassisto à Circuladô de Fulô de Caetano e vou para academia malhar. Faz calor danado em São Paulo. E súbito deságuam torrentes. Algo similar à minha vida sexual/sentimental. Dias intensos, inundados, frenéticos e lânguidos, misturadamente, tudo por conta desta força misteriosa que é a vida e que não seca. 


Às vezes o facebook é bem legal



há 27 minutos · 
  • Segue a novela dos meus móveis comprados em dezembro e ainda em processo de montagem: nesta 6a tentativa, trouxeram novas peças para concluir o guarda-roupa, mas descobriram que não se encaixam. Tenho várias partes que não formam móveis nenhum, mas o guarda roupa está incompleto, não tenho aparador, os gavetoes estao sem tamponamento. Amanhã teremos a 7a tentativa, vou começar a exercitar meu talento para lego nas madeiras, e criar criados mudos e mini estantes.

quinta-feira, fevereiro 21, 2013

O som ao redor e o Cinema Novo



O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro


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Entre as análises sobre “O Som ao Redor”, surgiram referências a “Terra em Transe”. Não vejo como comparar os filmes, ao menos, não esteticamente. Politicamente, a conversa é outra. Guardando proporções, há semelhanças entre obras e criadores.
Fazendo cinema, Glauber Rocha acreditava ser possível pensar o país. O panorama era adverso. No fim dos anos 1950, quando ele se lançou como cineasta, o Brasil estava dominado pela chanchada, indústria de comédias rasas baseadas no carisma dos atores. Ao longo de sua carreira, amargou a censura do regime militar.
Se na aurora do Cinema Novo havia a Atlântida, hoje temos a Globo Filmes. Com o respaldo nacional e internacional obtido com “O Som ao Redor”, Kleber Mendonça Filho aponta para a censura comercial e o processo de narcotização do público, da qual se beneficiam a Globo Filmes e os tubarões de Hollywood.
Em reportagem publicada no último domingo na Folha de São Paulo, ele afirmou que, se o churrasco de seu vizinho fosse filmado e distribuído pela gigante da mídia, faria 200 mil espectadores no primeiro fim de semana. A crítica machucou os brios de Cadu Rodrigues, diretor-executivo da Globo Filmes, que dois dias depois lançou a Kleber um (mal escrito) desafio:
“(…) produzir e dirigir um filme e fazer 200 mil espectadores com apoio da Globo Filmes! Se fizer, nada do nosso trabalho será cobrado do filme dele. Se não fizer, assume publicamente que, como diretor, ele é talvez um bom critico”.
Ontem, Kleber declinou e fez uma contraproposta:
“(…) que a Globo Filmes, com todo o seu alcance e poder de comunicação, com a competência dos que a fazem, invista em pelo menos três projetos por ano que tenham a pretensão de ir além, projetos que não sumam do radar da cultura depois de três ou quatro meses cumprindo a meta de atrair alguns milhões de espectadores que não sabem nem exatamente o porquê de terem ido ver aquilo. Esse desafio visa a descoberta de novos nomes que estão disponíveis, nomes jovens e não tão jovens que fariam belos filmes brasileiros que pudessem ser bem visto$, se o interesse de descoberta existisse de membro tão forte da cadeia midiática nesse país, e cujos produtos comerciais também trabalham com incentivos públicos que realizadores autorais utilizam”.
Disse ainda: “o sistema Globo Filmes faz mal à idéia de cultura no Brasil, atrofia o conceito de diversidade no cinema brasileiro e adestra um público cada vez mais dopado para reagir a um cinema institucional e morto”.
É curioso observar que as colocações de Kleber refletem a proposta política do atual cinema pernambucano – da qual ele próprio é um dos ideólogos. É o caso da obra que transcende ao filme, que se relaciona com a realidade na medida em que interfere nela.
A tensão gerada entre Kleber e Cadu espelha o embate perpetrado pelos antagonistas de “O Som ao Redor”, o vigia Clodoaldo (Irandhir Santos) e o coronel Francisco (WJ Solha), representante de um poder antigo e , só que disfarçado de moderno, como o praticado pela Globo.
Já foi dito que desde “Cidade de Deus”, nada foi tão impactante quanto o filme de Kleber. Talvez, no sentido de que ambos os filmes revelam a realidade do país.
Mas vamos olhar para o quadro maior. “O Som ao Redor” vem à tona após 20 anos da retomada da produção cinematográfica em Pernambuco. É um cinema forte e articulado, com discurso próprio, independente e capaz de gerar reflexão não apenas estética, mas sobre o país. Estética é política.
Nesse contexto, não há nada parecido desde o Cinema Novo.

Do site do André Dib LINK

O som ao redor e a Globofilmes


KLEBER MENDONÇA DÁ RESPOSTA AO COMENTÁRIO DO DIRETOR DA GLOBO FILMES

Kleber Mendonça e o diretor da Globo Filmes tiveram uma discussão acalorada na última semana. Tudo começou, quando em entrevista à Folha de São Paulo, no dia 17 de fevereiro, o diretor de O Som ao Redor declarou: "Minha tese é a seguinte: se meu vizinho lançar o vídeo do churrasco dele no esquema da Globo Filmes, ele fará 200 mil espectadores no primeiro final de semana". Na mesma reportagem Mendonça ainda declarou que os filmes da Globo Filmes "são feitos com muita grana e lançados com muita grana. Gastam R$ 6 milhões mas parecem ter custado R$ 800 mil porque têm dois apartamentos, quatro atores da Globo, um cachorro e um gato".
Irritado com as declarações, Cadu Rodrigues, diretor-executivo da Globo Filmes rebateu: "Desafio o cineasta Kleber Mendonça Filho a produzir e dirigir um filme e fazer 200 mil espectadores com todo o apoio da Globo Filmes! Se fizer, nada do nosso trabalho será cobrado do filme dele. Se não fizer os 200 mil, assume publicamente que, como diretor, ele talvez seja um bom crítico".

Após a declaração de Cadu Rodrigues, Mendonça respondeu em um comunicado na fanpage de O Som ao Redor no facebook. Leia na íntegra:

“Estava em trânsito o dia inteiro, cheguei em Istambul onde O Som ao Redor será exibido nos próximos dias. O Facebook e a imprensa fervilham com nosso embate.
Preciso lhe agradecer pelo desafio, mas sua proposta associa a não obtenção de uma meta comercial (200 mil espectadores) como prova irrefutável de que eu não seria um cineasta.
Isso não me parece correto, pois o valor de um filme, ou de um artista, não deveria residir única e exclusivamente nos número$. Sobre ser crítico ou cineasta, atuei como ambos e meu discurso permanece o mesmo, e sempre foi colocado publicamente, e não apenas em mesas de bar: o sistema Globo Filmes faz mal à ideia de cultura no Brasil, atrofia o conceito  de   persidade no cinema brasileiro e adestra um público cada vez mais dopado para reagir a um cinema institucional e morto.
Devolvo eu um outro desafio: Que a Globo Filmes, com todo o seu alcance e poder de comunicação, com a competência dos que a fazem, invista em pelo menos três projetos por ano que tenham a pretensão de ir além, projetos que não sumam do radar da cultura depois de três ou quatro meses cumprindo a meta de atrair alguns milhões de espectadores que não sabem nem exatamente o porquê de terem ido ver aquilo.
Esse desafio visa a descoberta de novos nomes que estão disponíveis, nomes jovens e não tão jovens que fariam belos filmes brasileiros que pudessem ser bem visto$, se o interesse de descoberta existisse de membro tão forte da cadeia midiática nesse país, e cujos produtos comerciais também trabalham com incentivos públicos que realizadores autorais utilizam.
Não precisa me incluir nessas novas descobertas, gosto do meu estilo de fazer cinema. Ainda estou no meio de um grande desafio com O Som ao Redor, 9 cópias 35mm, mais algumas salas em digital, chegando aos 80 mil espectadores em 8 semanas, e com distribuição comercial em sete outros países. A maior publicidade de O Som ao Redor é o próprio filme.

Para finalizar, esses embates são importantes, fazemos cinemas diferentes, em geografias diferentes. Obrigado, tudo de bom. Kleber"

KINOFORUM LINK.

terça-feira, fevereiro 19, 2013

Os infratores


Filme de gangster, ótima fotografia, direção competente, roteiro dinâmico, fluido e cheio de inverossimilhanças, personagens interessantes e bem interpretados. Um filme elogio aos tiros e à testosterona. Shia Lebeouf será eternamente um adolescente correndo de lá para cá e fazendo coisas estúpidas. Jessica Chastain está lá para fazer par romântico com o excepcional Tom Hardy (a melhor performance e coisa do filme) e Mia faz o mesmo em relação à Lebeouf, com a delicadeza de menina que parece que estreou ontem. Guy Pearce faz com canastrice um vilão mega canastra. 

Montanha russa com festim e sangue, acaba por ser envolvente e divertido, mas sem brilho, daqueles que nada deixam quando o filme termina.

A escolha de Sofia, de Alan Pakula


Parecerá a alguns uma heresia, mas há anos este filme estava na lista para ver. E a profunda decepção, nenhum cinema, teatro filmado, enfadonho, moroso. Dramático, muito mais pela violência nazista, mas que não me encantou do ponto de vista fílmico. Tudo poderia ser facilmente encenado num palco, os inserts são ilustrativos e desnecessários, o que faz do filme puro teatro (mal) filmado. Pakula tenta emular Tennessee Williams, mas falta brilhantismo em sua linguagem. Detesto o off do escritor (autor medíocre e sem carisma), a esquizofrenia/bipolaridade chata do amante vivido por Kevin Kline. As oscilações histéricas do enredo me parecem inverossímeis.



O que há mesmo no filme é a personagem Sofia. Como teatro com texto ruim, a única coisa capaz de compensar é a performance dos atores, e quem faz Sofia é Meryl Streep em estado de graça. Meryl pôs complexidade nesta Sofia passiva: que oscila entre histeria e apatia. Ela dotou-a de uma vulnerabilidade incrível, e melhor: em Sofia o sexo é um modo de autodestruição, uma forma muito elaborada de suicídio.

segunda-feira, fevereiro 18, 2013

Ando difuso neste mês de fevereiro


Polisse, de Maiwenn


Filme francês, acompanha a rotina de policiais de um departamento voltado para crimes contra a criança, de violência, exploração e, principalmente, pedofilia. Os dramas pessoais dos pessoais se fundem com os casos, se intercalam, entremeando reflexão sobre a mulher, o imigrante, os poderosos, as novas estruturas familiares, os vínculos de amizade, a política, a cultura e a religião. Tudo sem jamais perder o foco, sem ficar na superfície, e filmado à seco, mas sem ênfase na espetacularização dos casos. Tangencia e ameniza o melodrama sobrepondo contradições muito realistas. Com espaço para dramas violentos, uma história de amor inter-racial, humor e um final em corte seco, para atordoar o espectador. Maiwenn dirige e atua como a fotógrafa que documenta  a rotina do grupo- se apaixona e se transforma, apesar da aparente apatia e timidez -,  numa brilhante mescla de realidade e ficção.



[O filme mostra a rotina da Brigada de Proteção ao Menor, em Paris, na investigação de aliciadores de menores, trombadinhas, pais abusivos e pedofilia. Ao mesmo tempo, o imprevisível Fred (Joey Starr) deverá aprender a cooperar com a impassível Melissa (Maïwenn), fotógrafa enviada pelo Ministério do Interior para realizar um livro sobre o trabalho da corporação.]

Bel Ami


Filme de época, baseado em romance clássico. Bem fraco. E o protagonista Robert Pattinson não convence. 

A casa do fim da rua


A casa do fim da rua. Nem Jennifer Lawrence salva uma bobagem desse nível. Suspense sem suspense, clichê vagabundo e dirigido de modo primário. Daqueles filmes que dão vergonha alheia. E sim, o assassino era o vizinho adolescente. Ele sequestrava as garotas e as mantinha presas no sótão fingindo que eram a irmã que matara no balancinho, ainda na infância. No desfecho, Jennifer e sua mãe cachaceira o matam e mudam de casa, mais unidinhas que nunca. Conto para o seu bem. Fuja das merdas.

Guilherme e Rafaela


Nojentinhos.

Gabriel, ontem no Shopping Mauá


E fomos assistir à comédia Meu namorado é um zumbi.

domingo, fevereiro 17, 2013

Vários filmes assistidos por comentar.


Bel Ami (2012)

Impossible (Juan Antonio Bayona - 2012)

The Imposter (Bart Layton - 2012)

House at the End of the Street (2012)

Non è ancora domani (La pivellina) (Tizza Covi - 2009)

Os Infratores

Polisse (Maïwenn - 2011)

The Breakfast Club (John Hughes - 1985)

A escolha de Sofia, de Alan Pakula

Humor e melancolia

 Hoje, em Mauá, precisando de graça e leveza. Fui com Gabriel, comi pipoca, pudim, litros de refrigerante e fiquei (provisoriamente) feliz, até cair uma bomba via sms. Está cada vez mais difícil acreditar no ser humano.


Incrivelmente divertida e engraçada sequencia de esquetes escatológicos e cheio de nonsense com stars, uma insólita comédia americana também sobre sexo. Ri horrores.

Melancolia













Melancolia como produto de decepção e uma dose de frustração. Ponderada, até uma síntese racional mas de difícil acepção emocional: por que tão somente é assim sem outra razão que possa haver para conferir sentido.












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The walking dead - segunda temporada


Terminando de assistir à segunda temporada, sem paixão. Me cansam os longos discursos morais, me entedia a reiterada CULPA que assola os personagens, os silêncios e a entrada (já previsível) e inesperada de hordas de zumbis ineficazes. Confesso que assisto com o controle remoto na mão, e a tecla mais acionada é a Skip >>.

O rosto de Rossi de Palma





La chica de Almodóvar.


sábado, fevereiro 16, 2013

Ainda Hitchcock


Hitchcock com The Angry birds

Caramel, de Nadine Labaki




O Chico veio aqui em casa e me trouxe esse filme, que há anos queria ver. Chama Sekkar banat‎ ou CARAMELO, de Nadine Labaki . Filme libanês em torno da mulher, com algo muito forte de Almodóvar, mas que se passa num Líbano em que até o adultério é um crime. É filme feminino com algo de feminista, contudo, num outro nível, espraiando-se em todas as questões, sutil mas sem escamotear, e com o caramelo inundando a luz de cada cena. O centro da ação é um salão cabeleireiras, um salão de beleza, e o caramelo é o doce que alimenta e que serve à depilação, queima, faz doer e revela o encanto feminino. Os homens, neste filme, tem pouca presença, embora esteja acenando ali com um modo de ser mais bruto, impondo frustração, mas também encantando, sendo destino do desejo tanto do ponto de vista do amor romântico quanto do desejo.


As mulheres é que desfilam: a ex-atriz, que se esmera em recolocar-se no mercado de trabalho, embora já envelhecida e trocada por outra mais nova; a cabeleireira com sua obsessão pelo amante com eterna promessa de abandonar a esposa fazendo as coisas mais absurdas para conhecê-la; a costureira idosa cuidando da irmã senil que se vê diante da possibilidade de amar; a jovenzita que está noivando (e que não sendo mais virgem) se submeterá a cirurgia de restauração do hímen; a jovem lésbica atraída por uma mulher misteriosa, lindíssima, de cabelo negro cumpridíssimo (símbolo da tradição)?

Momentos mágico de encontro entre as mulheres para falar sobre casamento, de arrumação num quarto de motel, um diálogo suposto do policial apaixonado pela cabeleireira, a conversa da mãe que vê a filha partir para o casamento, a abdicação à possibilidade de amor. 

Há alegria, cor, desejo e melancolia em doses cavalares neste filme. A beleza inacreditável te todas as mulheres em todas as idades. Político sem ser colocado em panfleto explícito, por que a forma em que dirige já reproduz um olhar/sensibilidade feminina. Nadine estrela, roteiriza, dirige. É quase a mulher maravilha, sensual e impositiva. Cenas de incrível plasticidade poética, de gracejo, dor, desesperança, sensualidade. Difícil descrever. 

sexta-feira, fevereiro 15, 2013

O monumental Ai Wei Wei

Acho um gênio absoluto. Soube que esta no MIS. Preciso ver.


Artista chinês, escultor, arquiteto, artista plástico, fotógrafo, escritor, performer, web artista. Opositor. Ativista de direitos democráticos numa China opressora. Uma prova que o conteúdo político não "danifica" a dimensão da arte, e que muitas vezes a potencializa. Acho um dos maiores.