domingo, julho 29, 2012

Da Argentina

Ou: do que turisticamente trouxe de lá


1. Qubic (tipo lego), que era para o Pedro, mas vai ficar pra mim. 2. Dois doces de leite levados do café do hotel. 3. Meu lindo Moskeline, para virar artista. 4. Armaposía: 390 palavras coloridas em espanhol e com imãs para fazer poemas na porta da geladeira. 5. Um livrinho divertido sobre expressões gestuais dos portenhos. 6. Garrafa Quilmes e outras cervejas (derretidas) para decorar a parede da cozinha. 7. Alfajores deliciosos, do popular Jorgito, ao tradicional Havanna . 8. Um arquivinho para notas fiscais. 9. Uma caneca feita com a latinha da cerveja Quilmes. 10. La vuelta al día en ochenta mundos, tomo 1 e 2, de Julio Cortázar, na belíssima edição da Siglo Veintiuno Editores.


1. Macanudo n. 7, do genial quadrinista argentino Linieres. 2. Vários bilhetes usados de metrô para virar marcador de páginas. 3. Las armas secretas (cuentos), de Júlio Cortázar. 4. Historias fantásticas, de Adolfo Bioy Casares. 5. Cuontos completos de Onetti. 6. Doce cuentos peregrinos, de Gabriel Garcia Marquez (num sebo). Ficcionario Jorge Luís Borges - una antologia de sus textos, com notas de Emir Rodríguez Monegal (livro que li na biblioteca da USP, onde os comentários são tão brilhantes quanto os textos borgianos). 


1. Camisa do Messi para Pedrovski. 2. Esto no es todo, de Quino. 3. Mix dos deliciosos Alfajores Argentinos.


1. Dos alfajores argentinos, passando pela marca Abuela (os mais deliciosos) e os mais sofisticados cachafaz. 2. e 3. Luva preta de lã, grossa e linda que comprei na ferinha de San Telmo junto com minha toca aviador, ambas por 30 reais. 


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