Polissonografia no HC. Leitura iluminadora de Ferréz (finalmente), Ninguém é inocente em São Paulo. Texto sobre Terry Richardson repaginado para o Soul Art. Apartamento com máquina de lavar/secar. Panelas incríveis. Bolo homérico. Novo amor novo demais. O assassinato do anão do caralho grande. Oscar 2012: o melhor do cinema norteamericado é todo francês. Leitura compulsiva de jornais. Em busca de um tablet descente de 500 reais. Processo de encaixotamento para mudança definitiva no sábado. Obsessão por academia e músculos de orgulho. Amor por Gabriela que me chama Adu. Anúncio de Elaine que retorna. Revista Galileu, ansiedade. Voltei a pé com Gorumbá. A invenção de Hugo Cabret (cansativa nostalgia). Curti demais o agradecimento de Meryl. Ouvindo Céu, ouvindo tanto Chico até cantar junto. E Roberta Sá. Ah Cida Moreira - você e suas dissonâncias, suas quebras estranhas, eu te amo eu te amo. Escrevendo ensaios. Orientações. Desorientações nas ruas. Difícil em São Paulo lugar bom e barato para comer. Um trabalho infernal com o texto do Lamartine Babo para revista especializada em teatro. Compromisso com o Rio. Saudades das meninas de lá. Futuro incerto e eu pensando. Que nostalgia é essa que invadiu o mundo? Tudo é retrô. Mais de 200 acessos diários no Revide? Fala sério, Adamastor? Irmã com dedo enfaixado. Mãe com terríveis efeitos colaterais. Saio com o carro amanhã e ponho o carro onde em ÉSSEPÊ. Sem barba e ainda me acham bonitinho. Que que se passa, coração? Aquela saudade diária que não estanca de você. Para onde vai o amor quando o amor acaba?
2 comentários:
Isso é passar a vida em síntese?
sim, uma forma de lembrar tempos e acontecimentos.
edu/revide
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