sexta-feira, julho 15, 2011

No lançamento do Marcelino Freire

Não ia, mas fui ao lançamento do livro novo de Marcelino Freire. Saí do cursinho em Santo André na correria, passei na Cris (Casa da Palavra) e a convidei, mas ela não podia ou não queria. Fui só. Descida na Tamanduateí, metrô Clínicas e ônibus no Butantã USP, salto no cemitério. Em O_barco, aquela gente descolada de sempre. Muitos muitos escritores de quem aspiraria a um autógrafo. Mas não estou com os livros. Alias, livros ótimos e caros neste espaço, não resisti e comprei também um DVD-documental sobre fotógrafos de cinema; e outro, de entrevistas do Ismail Xavier. Marcelino assinava numa mesa central, com filinha. Me cumprimentou, sempre naquela simpatia cativante, e pôs no livro dedicatória amistosa. Cerveja, docinhos e grãos à mancheia, na faixa. Sento, como, vou ver a exposição ao lado, e quem me aparece? O menino Lucas Guedes. Quanto tempo, puxa! E conversamos, e bebemos demais. É a vida. Contamos novidades mútuas. E é isso. Foi há tantos séculos. O_barco, Marcelino, as repetições. A vida circunvoluntória até em suas guinadas de restituição e esquecimento. Bonitas ficam meias muito vermelhas com sapato preto. Anoto. Saio por essas noites de São Paulo e me acho muito visto. Que que acontece? No trem de volta, comecei a folhear o livro. Amor é crime

Um comentário:

Beatriz Cruz disse...

Gosto quando narra alguns de seus dias pra gente. Me divirto imaginando.