domingo, fevereiro 28, 2010

Semântica

mal star

mau star

mau all star


all stars

Agenda domingueira

# Neste domingo entrevista para o pessoal do +Soma.
# Ver o procrastinada invasão do Chico Science do Itaú
# Camiseta na Hering

Aeroporto - Recife


sábado, fevereiro 27, 2010

A gente percebe que está ficando velho quando começa a fotografar crianças brincando nas ondas do mar.


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Dissolução

Ode





Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.

A realidade
Sempre é mais ou menos
Do que nós queremos.
Só nós somos sempre
Iguais a nós-próprios.

Suave é viver só.
Grande e nobre é sempre
Viver simplesmente.
Deixa a dor nas aras
Como ex-voto aos deuses.

Vê de longe a vida.
Nunca a interrogues.
Ela nada pode
Dizer-te. A resposta
Está além dos deuses.

Mas serenamente
Imita o Olimpo
No teu coração.
Os deuses são deuses
Porque não se pensam.

Porque não se pensam.

Ricardo Reis, 1-7-1916

[Caminhando do centro para casa, depois da academia, ouvi no mp3 este poema de Pessoa cantado por Renato Braz. Ao chegar em casa já sabia o poema inteiro, verso a verso, pois era, naquele momento exatamente o que eu precisava ouvir.]

sexta-feira, fevereiro 26, 2010

Das observações pontuais - I

Depois de muito tempo, vou lá e constato que loshermanos soa ainda muito bonito.

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Porto de Galinhas segundo Google Earth


Aí estão os lugares onde estive em Porto de Galinhas, inclusive outras praias das quais não sei o nome. Foi bom. Trago na pele ainda o queimado de lá com filtro solar 30, e algumas outras marcas.

Humores e temperamentos


Empédocles e Hipócrates (460 – 370 a.C.) dividiam os comportamentos humanos em quatro tipos principais. Para esses gregos, precursores da medicina o jeito de ser de cada um é determinado por fluidos corporais. A teoria dos humores, mais de dois séculos antes da pauta dos hormônios, buscava na bioquímica corporal uma explicar para existirem extrovertidos e introvertidos, exibicionistas, tímidos crônicos, canalhas e boçais. Eis por que para eles os homens são e agem tantas vezes longe da razão:


Temperamentos/humores corporais (do grego*)

Sanguíneo Sangue (* sanguis)
Colérico Bílis amarela (* Kolé = bílis)
Melancólico Bílis negra (* Melas = negro / Kolé = bílis)
Fleumático Fleuma (* Phlema = fluído espesso)

O caráter e os quatro elementos:


Os Coléricos têm por elemento o Fogo, são passionais, expansivos, alegres, exibicionistas, autoconfiantes, em contrapartida, tendem à impulsividade, à ataques de raiva, achaques, chiliques, rompantes. O Fleumático liga-se à Água, são introspectivos, tranquilos, muito observadores. Tendem, contudo, a serem irônicos,  arrogantes, pouco complacentes, num comportamento traduzido, muitas vezes, em indiferença, mágoa e descaso com o outro. O Melancólico, associa-se à Terra ao pantanoso, são serenos e ensimesmados, e tendem à apatia e à depressão.  O Sanguíneo expressa extroversão, sujeitos de ação, práticos, tendendo a inquietude e ansiedade, o Ar é seu elemento.



Quente + Seco = Colérico
Quente + Úmido = Sanguíneo
Frio + Seco = Melancólico
Frio + Úmido = Fleumático

Temperamento advem do latim temperare, "equilíbrio entre as partes". Humores harmonizados indica um ser  mais equilibrado, por isso, mais saudável. Para os precursores da medicina, a saúde, a disposição e as reações emocionais seriam resultado da dosagem dos humores, havendo contudo, a preponderância  de um elemento principal em cada indivíduo.

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

Onde vivem os monstros

Tantos amigos viram que não teve como não conferir. A música, sempre mencionada, tão tão linda que quebra aquela idéia de que, se no cinema percebermos a trilha é por que o filme não é bom. O filme é bom, mas na contramão das tramas esquemáticas (mesmo nos filmes para crianças, que este é também, sem ser),  ditada por um modo todo americano de fazer cinema. Mas nesta adaptação de um livro infantil de poucas linhas, a grande viagem é viver a fantasia do protagonista. E o ator Max Records é tão apaixonante com seus olhos ternos e melancólicos que o amamos de cara, tolerando/compreendendo suas malcriações, seu narcisismo extremo, sua inconsequencia. Ou seja, ele nos dá "uma criança" em tempo de meninos prodígios, magos de varas, e fantoches.

Amamos igualmente a família de Max, agora sem pai, com a mãe amorosa se matando num emprego banal e querendo um novo amor. A irmã pré-adolescente (que vemos de esgrelha), cujo distanciamento para o mundo adulto provoca a ira de Max. E o pequeno esboço do começo, com a solidão de Max que constrói mundos imaginários, histórias que narra à mãe, ávido por brincar selvagemente, e destruir a casa se frustrado no seu papel de centro (para mãe/irmã que vão desejando outros homens) nada mais é do que uma preparação para o mergulho na alma de Max, que é o lugar que responde ao título do filme. 


Logo na abertura, toda a aventura de Max para o mundo-monstro é construído em seu quarto. Estão lá o barquinho singrando o cobertor azul, as feras de pelúcia, a fantasia/armadura que o transforma em fera e o separa do mundo, e até o Globo com inscrição do pai ausente.


O diretor Spike Jonze fez seu filme mais lírico sem abandonar a sua obsessiva perscrutação da interioridade dos personagens, física e surreal em Quero ser John Malcovitch, abissal e fantasmagórica projeção do escritor vivido por Nicolas Cage, no filme mise en abyme Adaptação. Contudo, tudo é mais sutil , delicado, poético. Sem ironia ou intelectualismo autocentrado, em Onde vivem os monstros o bordado não deixa à mostra o seu avesso. A câmera de Jonze flutua na altura do olhar do menino, fiel à visão ondulante e dispersa de Max, sem esforço de pontuar a saída o mundo real/prosaico e a entrada na fantasia do menino. A narrativa passa de longas cenas discursivas, para rompantes de ação caótica pontuadas por uma trilha belíssima com coro infantil que se eleva pontualmente.


Por isso, eu que fui uma criança introspectiva e melancólica, achei o filme tristíssimo, por uma série de fragilidades que eu reconheço nas crianças, na impotência diante de um mundo adulto cheio de ordens, impedimentos, injustiças e arbitrariedades. Max - cria esse mundo ao qual assistimos, a partir de uma partida aventurosa, em que se converte em fera, se autoproclama rei, se fragmenta em cada um dos monstros ingênuos, narcisistas, vorazes, poéticos, em busca de um norte, um rei/pai que os una e afaste a dor e a solidão. E ninguém escreveu em lugar algum que o filme é sobre a grande angústia de existir, de afastar a tristeza, que o que Max faz é viver plenamente a interioridade, com as ameaças de se perder inteiro dentro de si. Vá lá e assista: todos os monstros reiteram os medos primais de Max, o distanciamento da irmã e da mãe, a conquista de um espaço naquele território, de saber quem é. Um daqueles filmes que fazem os psicólogos/psicanalistas tecerem grandes considerações sobre o narcisismo infantil, o complexo do pequeno-príncipe, autismo, etc etc. 


Eu, que atiro para todos os lados, digo que ele nos atinge pois já fomos todos um Max em certa medida, e feito ele queremos que os nossos monstros nos abracem para que possamos nos aceitar um tanto mais como somos.

quarta-feira, fevereiro 24, 2010

Palavras que não servem à Poesia

Tartamudo
Borboleta
Pirotecnia
Dogmático
Aritmético
catalepsia
aqueduto

Momento diarinho em estado lírico

Irmãzinha veio de manhã curar minha gripe, e trouxe cds lindos para me fazer companhia (Céu, Roberta Sá, Ana Canãs, Maria Gadú. Então veio o sobrinho Pedrerico que não aguentou de saudade na praia, e voltou para casa, e gostou dos presente que eu comprei nas feirinhas do Recife. E descubro que todos aqui queriam era mesmo presentes de criança. E fui para academia nova onde, mistério, tantos amigos reencontrados. Uns 40 minutos de esteira querendo ficar no ponto, e no espelho da frente dou de cara com minha cara, e me admiro suado demais gostando do cara que sou aos 30 e tantos. Levantando peso como tanto gosto esqueço as dores e faço planos bons de coisas para escrever, livros a ler, filmes, viagens, amigos, a decisão de renovar a carteira de motorista só para ficar nessas noites que tenho usado há anos para assistir séries americanas e escrever contos. Não resisti e comprei mp3 novo para viajar nas meninas que cantam e velhos sambas de Cartola. Eu que gosto de Winehouse e vejo a Gaga no Youtube. Vim a pé para casa, suando mágoas que evaporaram no caminho, quando topei com o menino e a menina recém aprovados, este na Unicamp e aquela na USP.
Raptei-os para casa, onde ouvimos os cds da irmã e falamos de um futuro que não era o meu. Mostrei fotos e saltei filmes novos em 42 polegadas. Agora aqui, com o cafezinho que não me larga. Pilhas pus no relógio que já não adia ou adianta as horas. Tudo posto em seu lugar.

Disse que fui à feira de manhã? Há maçãs novas, dulcíssimas na geladeira. E não é que me lembrei daquele conto triste do Caio Fernando Abreu?

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

Template desbotado

O TEMPLATE original pirou, e atualizei para esse, pálido demais. Logo, volto, arrumo. Por enquanto, ofusquem nos lcds da vida.

Edu

Encontros

Ontem a visita de Cristiane
Hoje o telefonema longo de Tininha
O encontro com o grande pequeno Lucas na Imobiliária
E as aulas sobre tatoo e piercings com o Daghuro
(que foi fazer tatoo de rena no Guaruja e sem grana, por 5 dias dormiu em rochas à beira mar)
garoto que me pede sempre que lhe dê os audiobooks de Cabral, Drummond e Adélia Prado

A boa existência desses pessoas saudando-me num dia chuvoso.

domingo, fevereiro 21, 2010

Já passou


Já passou, já passou
Se você quer saber
Eu já sarei, já curou
Me pegou de mal jeito
Mas não foi nada, estancou
Já passou, já passou
Se isso lhe dá prazer
Me machuquei, sim, supurou
Mas afaguei meu peito
E aliviou
Já falei, já passou

Faz-me rir
Ha ha ha
Você saracoteando
Daqui prá acolá
Na Barra, na farra
No forró forrado
Na Praça Mauá, sei lá
No Jardim de Alah
Ou num clube de samba

Faz-me rir, faz-me engasgar
Me deixa catatônico
Com a perna bamba
Mas já passou, já passou
Recolha o seu sorriso
Meu amor, sua flor
Nem gaste o seu perfume
Por favor
Que esse filme
Já passou

Chico Buarque


[Sempre detestei essa música do Chico Buarque, até que ouvi na voz de Adriana Calcanhotto, assim no acaso, roubado do Emule. E, milagre, esta música me pegou no começo do mês e quase não podia parar de cantar. Símbalos e sinais, e a vida segue. Alegrias não trazem mistério e não fazem boa música.]

sábado, fevereiro 20, 2010

Nesse ínterim


Agridoce Carnaval ou Acabou chorare


O gran finale define toda relação? As parcelas singelas de dissecação do sapo enquanto príncipe. A platitude de não ir além de um breve e definitivo tchau. A gente sabe as amarras que nos prendem. A primeira missão, a de destruir todas imagens. Nenhum menor retrato que traga de volta o passado ao presente. Em matéria de esquecimento, um especialista contumaz. Apagar olhinhos e mãos de afago. Ficar a cru saboreando o indigesto, como quem engole a seco. Quanto a experiência em trapézio, nunca dispensei a rede de proteção. Sou dono de todos os meus sentimentos. Eles me pertencem, e guardo-os como posso, para ordená-los em palavras efêmeras que sabem a agridoce. Sentimental até o osso, mas que só chora em melodramas baratos e kieslowski difícies. Quando tudo é uma fração, o que sabemos do todo? Sobre os não-ditos, o que se irá dissertar? À favor da eutanásia, porque gostar assim de prolongar a angústia? É que a gente também vicia no difícil, apegando-se no que já se esvaziou só pensando na esperança de fazer renascer o tempo que foi bom.  (Quem ama, desliga os aparelhos?). Crer na vida post mortem? Na ressurreição ao terceiro dia?

Por isso, os textos como escape e testemunho, deste que fomos e não seremos outrora.  De volta à primeira pessoa dos primeiros dias, buscando aquele velho diálogo de Adão e Deus, dando novos nomes aos bichos e coisas do mundo. Cinzas de carnaval à maneira de Bandeira. Foi tão bom nas Olindas e Recifes com cheiro de maconha, perfume rompido e urina, que cheguei em casa com duas maças vermelhas que eu não tive coragem de abandonar. Os símbolos sibilam, os símbalos tinem. E eu quase me afoguei na volta, pois quando me chamaram dei a mão e depois fui deixado para trás. Eu não morro fácil não, mas aceito as aventuras que não são minhas. Ninguém nunca estará lá na mesa catorze quando na mesa vizinha comenta-se com nojo o Brokeback Mountain  que rola na Globo perto da meia-noite. E uma tristeza grande-grande de não ter a alma livre para corresponder ou revidar. Por isso eu fui e excedi até onde não me faria mal esta viagem. Ri sincero, falei tolamente, revidei rancores, não faltou drama, leve suspense, muito riso, flertes com desfechos de sexo barato e algum horror. Tudo que alguém dirá que daria um filme, mas não dá. Eu que nunca mais fui lá na chuva para reverberar clichês de telenovela tropical. A vida caduca, e a gente aprende tanto com tanta gente e leva para sempre à revelia erros e acertos. Eu que não tenho noção de direção e perco-me dentro do quarto se apagam a luz, tateio mais esse deserto feliz, mas do dilacerado estado já buscando redefinir a novíssima figura. Fica o conselho se te abandonarem à sorte e houver outro alguém à espera: "tome um taxi".

E acabou.

Guarulhos/SP. 8h35. 20.02.2010

segunda-feira, fevereiro 15, 2010

Eu me remexo todo


Vendo ouvindo e me mexendo todo ao som de Lenine, ontem.

terça-feira, fevereiro 09, 2010

Revidando o curta do André Okuma fazendo dele uma HQ


Então o Okuma me deu uma cópia do curta, e eu perdi cá em casa, e encontrei. Gostei tanto dessa simetria que há no filme, esse aprisionamento dos personagens e esse clima de solidão, que eu resolvi parar e fazer dele uma HQ bem cool. Demorou, vou postar aqui só uns trechos. Gostei. Vale para dizer da admiração que tenho por esses meus amigos criadores.

Numa parte que não coube aqui, transformo os degraus em linhas do caderno onde o personagem escreve, e o cigarro se converte em caneta onde se lê as frases que serão consumidas, absorvidas e farão parte dos amigos que se reencontra. Ideia ótima que assinei embaixo.

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Home



Há coisas tão boas neste filme; saber que este é o primeiro longa da diretora/roteirista Ursula Meier já é uma alegria.

Uma família de tipos loucos, muito riponga e absolutamente feliz, mora no campo à beira de uma rodovia  que há dez anos está em processo de construção. As novidades do mundo chegam por uma caixa postal, por um rádio e uma tevê constantemente dessintonizada. O asfalto da pista é seu quintal, até que retomam-se as obras e a estrada começa a funcionar com seu fluxo, som e poluição infernais. A vida  caoticamente harmoniosa se deteriora e aos poucos a estrada impõe sua existencia enlouquecendo. Um filme hipersexualizado sem uma dose de sexo, cheio de nonsense e passagens insólitas. Atuações impecáveis. Um crescendo de tragédia e emparedamento que sufoca o espectador e o faz mais que solidarizar-se, sofrer com drama da família.

Amo a câmera de Ursula Meier, e o enredo é daqueles que odiamos por não termos pensado antes, e que me lembrou - a todo instante - aquelas tramas dos livros de José J. Veiga, em que um inimigo perverso arranca a inocência e felicidade de uma comunidade isolada ao instaurar - o progresso - e com ele, o medo e a opressão. Irretocável em todos os sentidos. 

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

Do amor ou Quereres



Eu queria querer-te amar o amor
Construir-nos dulcíssima prisão
Encontrar a mais justa adequação
Tudo métrica e rima e nunca dor
Mas a vida é real e de viés(...)


Caetano Veloso


[Meu amigo okuma me passou link para esse site de fotografia de casamentos, nenhuma delas convencionais, mas todas muito poéticas. Gostei demais. Tudo flou, sutil e estetizado, para saudar o amor de casais modernos, descolados e felizes que meu olho cruel sente que só existem realmente em fotos mágicas de casais modernos, descolados e felizes. Talvez porque o amor pareça mais verdadeiro quando mais apartado da vida real onde o tédio e a vida não admitem saltos e decapitações festivas. Eu, incorrigível criatura, acredito em tudo, em anões de jardins, simpatias, dejavu, serendipty e na providência divina, boto a crença na maior das invenções humanas para dar sentido à falta de sentido da vida: o amor ]

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Das Máximas Concordantes

Tenho fé em alguns fatos, acredito em muitas teorias, não aceito nenhuma doutrina inteira, porque tudo, e principalmente a razão, me leva à certeza da relatividade das coisas, à convicção de sua complexidade e à idéia de que somente em campos muito restritos nos é dado pretender a uma conclusão definitiva.

in Fora de forma

Sérgio Milliet

Aquisições


Ganhei O decálogo, do Kieslowski, dvd e vários extras. Sonho de consumo antigo. Thanks. 



Comprei na 2001, o box com a minissérie antológica da Globo - Grande sertão: veredas - que me ensinou que J. G. Rosa existia, só para lembrar que nem sempre televisão emburrece. 



Wes Andersen na melhor forma, tão linda e estilosa essa animação em stopmotion que chega a sufocar.

Revide em forma de imagem


Letícia - Jan.2009

[Fui lá, roubei a foto e revidei fazendo dela um desenho, hiper pop, desse momento dance de menina Letícia.]

terça-feira, fevereiro 02, 2010

De fato, como na foto

Vezenquando eu meio que me sinto assim: pequeno e desfocado.

Ganhos

4 dvds com o decálogo do kieslowski
postais comemorativos do aniversário de são paulo, edição superluxo
banho de chuva
calo no calcanhar esquerdo
fotos sob o masp

{certa boa liberdade
e já um princípio de saudade}

[ps. deixei pra lá o gs:v e como pensava,é mais negócio comprar pela internet]

Os Grandes e o Pedro jogando dominó

Esta semana o Pedrerico aprendeu a jogar dominó na casa do tio Eduardo.