segunda-feira, maio 31, 2004


Ir�ne Jacob como Valentine,1994 - �xtase absoluto
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A fraternidade é vermelha, de Krzysztof Kieslowski
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Zbigniew Zamachowski, como Karol e Julie Delpy, Dominique, 1994 - Soberbo Posted by Hello

A igualdade � branca, de Krzysztof Kieslowski
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Juliette Binoche como Julie, 1983 - Simplesmente transcendente
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A liberdade é azul, de Krzysztof Kieslowski
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domingo, maio 30, 2004

Admirável Chip Novo

Pane no sistema alguém me desconfigurou
Aonde estão meus olhos de robô?
Eu não sabia, eu não tinha percebido
Eu sempre achei que era vivo
Parafuso e fluído em lugar de articulação
Até achava que aqui batia um coração
Nada é orgânico é tudo programado
E eu achando que tinha me libertado
Mais lá vem eles novamente e eu sei o que vou fazer:
Reinstalar o sistema

Pense, fale, compre, beba
Leia, vote não se esqueça
Use, seja, ouça, diga
Tenha, more gaste e viva

Não senhor, Sim senhor, Não senhor, Sim senhor

Pitty

A Semana. Crônica de 25 de fevereiro de 1894

"Comporia algumas peças novas; diria à bela Miranda que jogasse comigo o xadrez, um jogo delicioso, por Deus! Imagem da anarquia, onde a rainha come o peão, o peão come o bispo, o bispo come o cavalo, o cavalo come a rainha, e todos comem a todos. Graciosa anarquia, tudo isso sem rodas que andem, nem urnas que falem!"

Machado de Assis

quinta-feira, maio 27, 2004

FAMÍLIA, ou ANDY & WARHOL, ou "O inferno são os mesmos" ou [(1 + 1 = 2)?], ou KLONAJEN, ou MÍNIMAS DIFERENÇAS.


Santo Andr�, maio de 2004 Posted by Hello

ANDY & WARHOL: Os paradoxos (quase científicos) de uma grande-pequena família.


ANDY & WARHOL  Posted by Hello

Ficha Técnica do curta ANDY & WARHOL (ou FAMÍLIA)

Ator
Diaulas Ullysses
como Andy e Warhol

Direção e roteiro
Eduardo Harau

Fotografia
Douglas Duarte

Edição e efeitos
Marcos Roberto Saturnino

Narração
Rubens Mandelli

*
Produção
Mônica Marins

Maquiagem e figurino
Ana Maria Toseti e Diaulas Ullysses

Claquete, assistência e continuidade
Patrícia Toseti

*
Duração
1a. versão: 1 minuto
2a. versao: 2'30

*
Formato
Vídeo-digital (minidv)

*
Agradecimentos Especiais

Canal Local ABC-3
Miguel Rodriguez
Elton Orsi
Beto Kerr
Cristiano Nascimento

*
Apoio
ESCOLA LIVRE DE CINEMA DE SANTO ANDRÉ

*

Santo André, maio de 2004.

Andy & Warhol Posted by Hello

Andy & Warhol (ou Fam�lia), de Eduardo Harau Posted by Hello

Diaulas Ullysses interpreta Andy e Warhol Posted by Hello

quarta-feira, maio 26, 2004

Informações gerais sobre o curta-metragem PALITINHOS

O curta-metragem Palitinhos foi concebido como trabalho de curso da ESCOLA LIVRE DE CINEMA E VÍDEO DE SANTO ANDRÉ. O roteiro original é de Eduardo Harau e a direção é sua e de Marcos Roberto Saturnino (também, edição); a fotografia é de Ronaldo Olívi e Douglas Duarte; cenografia e figurino, de Áurea Leitão; direção de atores, de Diaulas Ulysses. O elenco é composto por Ana Maria Toseti (Penélope), Dudu Pellizzari (Thomas), e Diene Rios (Marina). Assistente de produção, Márcia Santos Campos. A canção "Eu não sei falar de amor", foi gentilmente cedida pelo cantor e compositor Kleber Albuquerque. Todo equipamento (câmera digital e material de iluminação) foi fornecido pela ELCV-Santo André). Foi filmado em três dias, com locações em Santo André. As internas, num apartamento gentilmente cedido por Márcia Araújo e Rosângela Bispo; e externas, no centro comercial da cidade. A duração do curta é de 10 minutos.

Realizadores do curta Palitinhos em ação: Ana Tosetti, Marcos Saturnino, Ronaldo Olívi, Áurea Leitão, Eduardo Harau, Diaulas Ullysses e Dudu Pellizzari. Posted by Hello

Palitinhos, 1993 Posted by Hello

Palitinhos Posted by Hello

Dudu Pellizzari e Ana Maria Toseti Posted by Hello

Sinopse do curta-metragem PALITINHOS

Um rapaz (Thomas) vai ao apartamento da namorada buscá-la para "irem ao cinema", enquanto a espera chegar do cabeleireiro, aceita o convite Penélope, mãe da moça, para uma partida de palitinhos [um inofensivo jogo com varetas coloridas, cuja vitória consiste em tirá-las sem mover o conjunto embaralhado, e a soma final de pontos]. Enquanto jogam, a jovem e perturbadora Penélope, tenta seduzi-lo. Tudo expresso num jogo de palavras e imagens, que também escondem pequenas mentiras que cabe ao espectador

Finalmente, fotos do curta Palitinhos Posted by Hello

Equipe do curta "Palitinhos" [estas s�o do Douglas Duarte] Posted by Hello

Jerry N Ueismann - Room - Paris, 1963 Posted by Hello

DUAS EPÍGRAFES SOBRE ÁFRICA

“Para o africano, o tempo não é a duração que impõe determinado ritmo ao destino individual; é o ritmo respiratório da comunidade. Não é um rio que flui numa única direção, de uma fonte conhecida a uma foz desconhecida. O termo tradicional africano abrange e incorpora a eternidade em ambas as direções.”

M.Boubou Hana


"É preciso ter em mente que, de modo geral, todas as tradições africanas postulam uma visão religiosa do mundo. O universo visível é concebido e vivenciado como sinal, concretização ou camada externa de um universo invisível e vivo constituído por forças em perpétuo movimento. No interior dessa vasta unidade cósmica, tudo está ligado, tudo é solidário, e o comportamento do homem em relação a si mesmo e em relação ao mundo que o cerca (mundo mineral, vegetal e animal, e também a sociedade humana) passa a ser objeto de uma regulamentação ritual extremamente precisa".

Amadou Hampaté Bâ, "A palavra, memória viva na África"

terça-feira, maio 25, 2004


Claudia Cardinale, Era uma Vez no Oeste Posted by Hello

DUAS EPIGRAFES, A doutrina do mando e da obediência

“Apliquei o coração a esquadrinhar, e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu; este enfadonho trabalho impôs Deus aos filhos dos homens, para nele os afligir. Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento. (...) Porque na muita sabedoria há muito enfado; e quem aumenta ciência, aumenta tristeza.”

Eclesiastes 1, 12-18



“Vim nu à terra e nu irei para debaixo dela,
Por que canseiras vãs se o fim é só nudez?”

Paladas de Alexandria

segunda-feira, maio 24, 2004

domingo, maio 23, 2004

Nu com a minha Música

Penso em ficar quieto um pouquinho
Lá no meio do som
Peço salamaleikum, carinho, benção, axé, shalom
Passo devagarinho o caminho que vai de tom a tom
Posso ficar pensando no que é bom
Vejo uma trilha clara pro meu Brasil, apesar da dor
Vertigem visionária que não carece de seguidor
Nu com a minha música, afora isso somente amor
Vislumbro certas coisas de onde estou
Nu com meu violão, madrugada
Nesse quarto de hotel
Logo mais sai o ônibus pela estrada, embaixo do céu
O Estado de São Paulo é bonito
Penso em você e eu
Cheio dessa esperança que Deus deu
Quando eu cantar pra turba de Araçatuba, verei você
Já em Barretos eu só via os operários do ABC
Quando chegar em Americana, não sei o que vai ser
Ás vezes é solitário viver
Deixo fluir tranquilo
Naquilo tudo que não tem fim
Eu que existindo tudo comigo
Depende só de mim
Vaca, manacá, nuvem ,saudade,
Cana, café, capim
Coragem grande é poder dizer sim.


Caetano Veloso



Viridiana, de Luis Bu�uel Posted by Hello

A santa ceia dos mendigos Posted by Hello